Notícias Weidoany, 10 de agosto — Na linha de teste de maglev de alta velocidade de 1 km do Laboratório Donghu, em Hubei, um modelo de trem de alta velocidade de classe tonelada, de fabricação nacional, alcançou um avanço tecnológico significativo:
O veículo de teste, pesando 1.110 kg, acelerou de zero a 800 km/h (próximo à velocidade de cruzeiro de algumas aeronaves comerciais) em apenas 5,3 segundos, e conseguiu parar com segurança em curta distância. Esta é a terceira vez em seis meses que a plataforma quebra o recorde mundial de aceleração de maglev do mesmo tipo.
Todo o teste integra aceleração, levitação, posicionamento e frenagem de emergência. Sob alta velocidade, a precisão do posicionamento pode atingir nível milimétrico. Após atingir a velocidade máxima, o veículo de teste consegue frear e parar suavemente em pouco mais de 200 metros.

Revisitando as três conquistas: em junho de 2025, esta linha de teste realizou seu primeiro teste público, acelerando o veículo a 650 km/h em 7,1 segundos, conquistando o primeiro recorde mundial; em julho do mesmo ano, a equipe iterou novamente, elevando a velocidade para 700 km/h; em novembro, concluiu o teste crucial de aceleração de 0 a 800 km/h em 5,3 segundos, quebrando sucessivamente os recordes mundiais de aceleração de maglev de curta distância.
Este sistema é impulsionado por propulsão eletromagnética, gerando empuxo por meio da alternância de campos magnéticos nas bobinas. O veículo opera em levitação total durante todo o percurso, eliminando a perda por atrito entre roda e trilho. A tecnologia de propulsão tem amplas aplicações: sua expansão horizontal é o transporte maglev de ultra-alta velocidade; além disso, pode ser usada em lançamento eletromagnético aeroespacial, elevadores maglev, equipamentos industriais de transporte por levitação e outras áreas.
Especialistas do setor afirmam que quebrar o recorde três vezes consecutivas valida a força da China em tecnologias fundamentais como propulsão eletromagnética de alta potência, fornecimento transitório de energia e controle de levitação em alta velocidade, estabelecendo uma base experimental importante para o futuro transporte de ultra-alta velocidade em tubos de vácuo.
No entanto, é importante esclarecer que se trata de um teste com modelo de laboratório, não de um veículo real para transporte de passageiros. Ainda há um longo ciclo de engenharia até uma linha comercial de passageiros, sendo necessário resolver desafios práticos como consumo de energia, engenharia do veículo e custos de construção da linha.

