Aeroporto de Hawke's Bay, na Nova Zelândia, planeja usina solar de 12 a 17 MW

2026-08-28 10:29
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De acordo com pt.wedoany.com-O Aeroporto de Hawke's Bay, na Nova Zelândia, planeja construir uma usina solar com capacidade instalada de 12 a 17 megawatts em seu terreno, visando aumentar a autossuficiência energética e o nível de desenvolvimento sustentável do aeroporto e das áreas circunvizinhas.

A usina solar está prevista para ser construída em um terreno de 24 hectares do aeroporto, localizado a 393 quilômetros a sudeste de Auckland, no lado noroeste da pista, com capacidade de geração estimada equivalente ao consumo anual de eletricidade de cerca de 3.000 residências em Hawke's Bay. O diretor executivo do aeroporto, Nick Flack, afirmou que este projeto ajudará o aeroporto a atender às necessidades em constante mudança das companhias aéreas que operam no local, ao mesmo tempo em que apoia a transição da região para um futuro energético mais resiliente.

Antes de emitir a manifestação de interesse (EOI), o Aeroporto de Hawke's Bay havia avaliado, em conjunto com a varejista de energia Manawa Energy (atualmente uma empresa do grupo Contact Energy, com sede em Wellington), um projeto de desenvolvimento solar de 45 megawatts, de escala muito maior, mas as partes decidiram, em última análise, não prosseguir com essa proposta. Flack afirmou que a conclusão consensual após as discussões com a Manawa Energy foi que dar continuidade, por parte do aeroporto, ao planejamento de uma usina solar de menor porte e mais alinhada às necessidades reais seria mais adequado aos seus requisitos de longo prazo.

Até o momento, nenhuma decisão final de investimento foi tomada para o projeto, mas os estudos de viabilidade já apoiam o avanço do projeto para a fase de manifestação de interesse, a fim de determinar o modelo preferido de entrega, propriedade e investimento do aeroporto. Os trabalhos relacionados serão realizados nos próximos 12 meses, em paralelo aos processos de licenciamento, engenharia, engajamento cultural e comunitário. Flack afirmou que o ponto-chave da próxima fase é compreender a disposição e a capacidade do mercado em relação à entrega da construção, operação e manutenção, bem como às potenciais opções de coinvestimento.

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