A equipe Tian算, liderada pelo professor Wang Shangguang da Escola de Ciências da Computação da Universidade de Correios e Telecomunicações de Pequim (BUPT), trouxe boas notícias, alcançando uma série de avanços importantes na área de poder computacional espacial. Segundo relatos, o servidor espacial desenvolvido de forma independente pela equipe, lançado ao espaço a bordo dos satélites "BUPT-2" e "BUPT-3", opera de forma estável em órbita há quase um ano, completando com sucesso vários experimentos científicos de ponta, demonstrando plenamente sua excelente arquitetura técnica subjacente e injetando um forte impulso no desenvolvimento do poder computacional espacial da China.
Nas áreas de IA e comunicações, através da cooperação entre satélite e solo, a eficiência de aquisição de informações de análise de imagem foi melhorada em 50 vezes, além de validar a capacidade operacional estável do núcleo de rede 6G a bordo sob o rigoroso ambiente espacial;
Em caso de implantação de software e transmissão de dados, através da tecnologia de contêineres, foi possível uma iteração eficiente do software de satélite, reduzindo a latência de transmissão em uma média de 56,54%, e validando as vantagens da tecnologia de comunicação semântica em lidar com os desafios da largura de banda estreita e alta taxa de erro de bits do enlace satélite-solo;
Além disso, a exploração de algoritmos de consenso entre satélites também estabeleceu uma base sólida para a futura construção de redes de poder computacional distribuídas no espaço.
A razão pela qual o servidor espacial consegue suportar as diversas tarefas de verificação científica acima mencionadas no severo ambiente espacial reside nas significativas vantagens técnicas que possui no design de hardware e na arquitetura de software.
O servidor espacial não apenas utiliza exclusivamente chips de fabricação nacional, alcançando uma otimização conjunta entre camadas de poder computacional, energia e gerenciamento térmico, mas também é equipado com um sistema operacional de núcleo duplo desenvolvido internamente, inaugurando um sistema de proteção baseado em software para partículas únicas. Isso quebra as limitações da tradicional resistência física à radiação, concedendo ao sistema uma capacidade de autocura em segundos para lidar com a radiação espacial complexa.
