De acordo com pt.wedoany.com-Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) mostram que, desde 2012, a geração de energia solar no Brasil já evitou a emissão de mais de 115,7 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂).

O setor solar já ultrapassou 70,3 GW de capacidade instalada acumulada no Brasil, atraindo investimentos superiores a 313 bilhões de reais e gerando mais de 2,1 milhões de empregos em toda a cadeia produtiva. A contribuição da energia solar para a transição energética brasileira já é evidenciada pelos dados.
Dados do Observatório do Clima indicam que, em 2024, as emissões de gases de efeito estufa no Brasil registraram a maior queda em 16 anos e a segunda maior desde o início do registro em 1990. O país emitiu 2,145 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente em 2024, uma redução de 16,7% em relação a 2023. Considerando o efeito de sumidouro de carbono de florestas secundárias e áreas protegidas, a redução líquida das emissões chegou a 22%.
Apesar da queda nas emissões, uma pesquisa do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostra que, em 2024, a geração de eletricidade a partir de usinas termelétricas fósseis no Brasil cresceu 17% em relação ao ano anterior, totalizando mais de 74 TWh, superando o nível de 2023. O IEMA considera que essa tendência representa um alerta para as perspectivas da matriz elétrica brasileira. O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), realizado em março deste ano, contratou cerca de 19 GW de novas usinas termelétricas, visando ampliar a segurança do suprimento de energia e garantir capacidade adicional ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Essas novas usinas podem emitir até 40 milhões de toneladas de CO₂ por ano, o equivalente ao total de emissões anuais do estado de Santa Catarina em 2024.
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