De acordo com pt.wedoany.com-A GoldHaven Resources Corp., após concluir e interpretar os dados do levantamento magnético aéreo de seu projeto Magno, localizado na região de Cassiar, no norte da Colúmbia Britânica, Canadá, definiu um corredor magnético e estrutural contínuo de direção norte-sul, associado a ocorrências conhecidas de tungstênio, prata, chumbo, zinco, cobre e molibdênio no projeto, além de identificar múltiplas anomalias magnéticas e interseções estruturais anteriormente não detectadas.
O levantamento magnético aéreo de alta resolução QMAGT foi executado pela Dias Geophysical, totalizando 2.320,7 km-linha com espaçamento de 100 metros entre linhas. A empresa considera este o conjunto de dados magnéticos aéreos modernos mais detalhado já coletado na história do projeto. Os resultados indicam que as ocorrências mineralizadas históricas dispersas no projeto Magno não são isoladas, mas sim parte de um mesmo corredor estrutural, possivelmente representando um sistema mineralizado de maior escala.
As ocorrências históricas dentro deste corredor incluem teores de superfície de até 2.370 g/t de prata, 6.550 ppm de tungstênio e 334 ppm de índio. A empresa relata que o teor de índio é um dos mais altos já registrados na região de Cassiar. Tanto o tungstênio quanto o índio são classificados como minerais críticos pelo Canadá e pelos Estados Unidos. Além disso, o corredor de tungstênio Kuhn-Dead Goat possui uma estimativa histórica de aproximadamente 616.500 toneladas com teor de 0,48% WO₃, abrangendo quatro corpos de minério modelados. A empresa esclarece que esta estimativa histórica não deve ser considerada como recurso mineral ou reserva atual.
Com base neste novo arcabouço geológico, a GoldHaven contratou a Northtech Drilling para realizar seu primeiro programa de perfuração diamantada de 5.000 a 7.000 metros, com mobilização prevista para aproximadamente 1º de agosto de 2026, sujeita à obtenção da licença final de exploração. O CEO da empresa, Rob Birmingham, afirmou que os dados magnéticos revelaram, pela primeira vez, como o histórico skarn de tungstênio Kuhn, os sistemas CRD de Magno e Zona D, e o alvo Cassiar Moly se encaixam em um único arcabouço estrutural regional, permitindo à empresa mapeá-los, modelá-los e perfurá-los sistematicamente.
A empresa enfatiza que os dados magnéticos medem a magnetização, não a mineralização em si, e que as anomalias magnéticas são alvos conceituais de exploração, não comprovando a existência de metais. A perfuração é uma etapa crucial para validar a teoria estrutural. Atualmente, os dados magnéticos estão sendo integrados com mapeamento geológico, perfuração histórica e dados geoquímicos de superfície para determinar as localizações finais dos furos, enquanto estão planejadas atividades de reconhecimento e acompanhamento geoquímico nos alvos Storie e Cassiar Moly.










