De acordo com pt.wedoany.com-A Power Minerals (ASX:PNN) concluiu a perfuração dos dois primeiros furos de sondagem diamantada de reconhecimento em seu projeto de terras raras Morro do Ferro, no Brasil, e está avançando com o terceiro furo, cuja profundidade já ultrapassou 200 metros.
As profundidades dos dois primeiros furos atingiram 210,9 metros e 173,3 metros, respectivamente, com direções consistentes com furos históricos, porém estendendo-se a camadas mais profundas. A empresa informou que o terceiro furo, MFSR-53, está sendo perfurado verticalmente para apoiar os trabalhos de modelagem geológica e de recursos.
A Power recuperou um total de 487,8 metros de testemunhos, com uma taxa média de recuperação de 94,5%. As amostras dos furos concluídos foram enviadas para a SGS Geosol para análises geoquímicas, com resultados esperados em três a quatro semanas.
Este programa de sondagem tripla HQ de aproximadamente 4.000 metros visa testar a profundidade e a extensão da mineralização existente. Além disso, outros 800 metros de sondagem PQ de diâmetro maior serão realizados para coletar amostras destinadas a testes metalúrgicos.
O CEO da Power, Alistair Stephens, afirmou que uma segunda sonda está prestes a chegar para acelerar o progresso da perfuração.
“A segunda sonda já está a caminho, e nos posicionamos estrategicamente para continuar perfurando até dezembro, se necessário, estabelecendo assim a base para uma estimativa de recursos minerais em conformidade com o padrão JORC”, disse Stephens.
A Power tem como objetivo apresentar a primeira estimativa de recursos minerais de acordo com o padrão JORC 2012 para o projeto Morro do Ferro ainda este ano.
A empresa também concluiu um levantamento com drone na área da licença Manifestos de Mina, coletando dados de elevação digital, aerofotogrametria, magnetometria e radiometria. A Power afirmou que esses dados ajudarão a restringir o modelo de recursos, refinar a geometria do depósito interpretado e identificar potenciais alvos satélites.
O projeto Morro do Ferro está localizado no complexo alcalino de Poços de Caldas, no estado de Minas Gerais. A Power detém os direitos de terra e mineração na área por meio da licença Manifesto de Mina, mas as atividades de perturbação do solo ainda dependem de aprovação ambiental.
Além disso, a Power Minerals planeja concluir, neste trimestre, a amostragem de solo em seu projeto de nióbio Santa Anna, em Goiás, com a amostragem direcionada para a área ao redor do centro do complexo previamente explorado.









