A Wege a Fenrir do Brasil, bem como a Shenghe Resources Holding Co. Ltd. da China assinaram um memorando de entendimento vinculativo para explorare processarterras raras e lítio no Brasil. A Sh...
Durante a cerimônia de abertura do Future Minerals Forum em Riad, Arábia Saudita, na terça-feira, o Ministro de Minas e Energia do Brasil, Alexander Silvera, anunciou que a empresa mineradora saudita, Ma'aden, investirá R$ 8 bilhões em mapeamento geológico no Brasil. A cooperação foi confirmada após o encontro com o Ministro do Ministério da Indústria e Recursos Minerais da Arábia Saudita, Bandar Alkhorayef. A Ma'aden planeja abrir um escritório em São Paulo no ano que vem.
Greenland Resources e Rasmussen Global assinaram formalmente um acordo consultivo para a estratégia de financiamento existente sobre o projeto de mina de molibdênio Malmbjerg na Groenlândia. Rasmussen Global foi fundada e liderada por Anders Fogh Rasmussen, ex-primeiro-ministro da Dinamarca e ex-secretário-geral da OTAN.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assinou, no dia 10 de janeiro, em Abu Dhabi, um Memorando de Entendimento (MoU) com o Ministério do Investimento dos Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de promover a exploração e o desenvolvimento de minerais estratégicos essenciais para a transição energética. De acordo com o MME, “a parceria representa um marco na cooperação entre os dois países e prevê investimentos que podem alcançar R$ 15 bilhões em diversas áreas, como pesquisa mineral, processamento, comercialização, transferência de tecnologia e capacitação de mão de obra”.
O território ártico abriga estimadas 38,5 milhões de toneladas de terras raras, além de expressivos depósitos de urânio (593 mil toneladas), zinco (81,6 milhões de toneladas), e reservas significativas de níquel e cobalto.
O Brasil está numa posição privilegiada no cenário global quando se trata de minerais críticos e estratégicos. Possui reservas significativas de ferro, cobre, níquel, bauxita, terras raras e lítio. Tem 15 dos 51 minerais considerados críticos pelos Estados Unidos. No entanto, não há uma política específica para esses recursos até agora, ao contrário de outros países mineradores, como China, Canadá, Austrália, entre outros.
No Brasil, aproximadamente 75 mil toneladas do concentrado de lítio foram produzidas no quarto trimestre de 2024 e atingiu cerca de 240 mil toneladas em volumes de produção e vendas para o ano.
No primeiro trimestre de 2025, a GMIN planeja aumentar a produção em Tocantinzinho em direção à capacidade nominal e confirmar os planos de exploração para alvos greenfield e brownfield.