A St George Mining (ASX:SGQ) nomeou recentemente Carla Grasso como sua Geóloga-Chefe no Brasil, para reforçar sua equipe operacional no país. Grasso possui mais de 21 anos de experiência em geologia de recursos, tendo sido responsável por modelagem de recursos, relatórios de reservas e desenvolvimento de minas. Ela atuou como geóloga na mina de fosfato de Araxá da Mosaic, vizinha ao projeto, por 15 anos, possuindo um profundo conhecimento da mineralização local em carbonatitos.
Grasso colaborou com equipes de industrialização, planejamento de minas e processamento mineral, supervisionando a produtividade da usina de beneficiamento, a qualidade do minério e o controle de custos. Ela é proficiente no código JORC 2012 e está qualificada para assinar relatórios técnicos públicos de recursos e reservas minerais. John Prineas, Presidente Executivo da SGQ, declarou: "Estamos muito satisfeitos em dar as boas-vindas a Carla Grasso à equipe brasileira, num momento em que estamos ganhando impulso para as potenciais operações de mineração no Projeto Araxá."
Prineas acrescentou: "Carla é uma adição excepcional à equipe brasileira. Seu conhecimento em mineralização de carbonatitos, especialmente sua especialização no carbonatito de Barreiro, combinado com sua experiência em planejamento de minas de curto e longo prazo, será fundamental para liberar o potencial do Projeto Araxá. Sua chegada ocorre num momento crucial – após o anúncio da semana passada de um recurso mineral de nível 1, há uma oportunidade de avançar estudos de desenvolvimento para posicionar a St George como um participante significativo no cenário global de terras raras e nióbio, e criar valor para os acionistas."
O recurso do Projeto Araxá foi recentemente atualizado com um aumento de 75%, totalizando 91 milhões de toneladas, com um teor de 4,06% de Óxidos Totais de Terras Raras (TREO) e 0,62% de Pentóxido de Nióbio (Nb2O5). O projeto está localizado em uma região rica em infraestrutura e com um longo histórico de mineração de nióbio. A atualização também incluiu um aumento de 218% nos recursos das categorias Medida e Indicada, para 29,49 milhões de toneladas, com um teor de 4,56% de TREO e 0,75% de Nb2O5.
O projeto ainda tem potencial de crescimento, com 44 furos de extensão perfurados, mas ainda não incorporados na estimativa de recursos atualizada. Na descoberta de Araxá Leste, uma seção de 48 metros a partir de 2 metros de profundidade, com teor de 5,71% de TREO, também não foi incluída no novo recurso. Está planejada a perfuração de mais 50 furos nos próximos dois meses para avaliar ainda mais o recurso. A SGQ já obteve apoio governamental com o objetivo de acelerar as aprovações e tem construído relacionamentos com autoridades brasileiras para avançar rapidamente com o Projeto Araxá através de exploração e estudos de desenvolvimento.









