O Rio Tinto iniciou recentemente as exportações de lítio da província de Salta, Argentina. O primeiro carregamento de 200 toneladas de carbonato de lítio foi dividido em 10 contêineres e partiu do porto de Buenos Aires com destino a Xangai, China. A empresa possui infraestrutura de distribuição própria em Xangai para abastecer o mercado asiático.
O governador de Salta, Sáenz, declarou: "Este passo concreto transforma o enorme potencial dos nossos recursos em desenvolvimento, produção e emprego para os salteños. Continuamos trabalhando para consolidar Salta como protagonista na transição energética global." Esta exportação marca um novo avanço do Rio Tinto no desenvolvimento de lítio na Argentina, com a empresa confirmando a posição estratégica do país como um hub em seu planejamento global durante uma reunião em Nova York.
Com o início das exportações de lítio de Salta, o Rio Tinto tornou-se o único produtor de lítio com operações ativas e exportações em três províncias do noroeste argentino. A empresa opera há quase três décadas na província de Catamarca através do Projeto Fénix e participa do depósito de Olaroz na província de Jujuy desde 2014. A integração regional foi analisada pela diretora-gerente Barbara Fochtman e pelo gerente-geral da Argentina, Ignacio Costa, que acompanharam Sáenz, o governador de Catamarca, Raúl Jalil, e o governador de Jujuy, Carlos Sadir, na reunião.
O Rio Tinto planeja que seu Projeto Rincón atinja uma capacidade anual de 53.000 toneladas de carbonato de lítio de grau para baterias. Para atingir esse objetivo, serão implementadas duas linhas de produção: a primeira linha está programada para entrar em operação em 2028, com uma capacidade inicial estimada em 25.000 toneladas por ano.
Autoridades provinciais e representantes empresariais concordaram na necessidade de aprofundar a colaboração público-privada, focando não apenas no volume de extração, mas também na criação de uma cadeia de valor competitiva e sustentável. Eles estabeleceram uma agenda para promover o emprego qualificado e fortalecer os fornecedores locais, seguindo os padrões ambientais, sociais e de governança (ESG) exigidos pela atual transição energética.









