De acordo com pt.wedoany.com-De acordo com dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil em abril de 2026, a produção nacional de aço bruto do Brasil no primeiro trimestre de 2026 foi de 8,1 milhões de toneladas, uma queda de 3,1% em comparação com o mesmo período de 2025. No mesmo período, as importações brasileiras de laminados de aço atingiram 1,57 milhão de toneladas, um aumento de 8,3% em relação ao ano anterior.
Estimando a partir dos dados trimestrais anualizados, espera-se que as importações brasileiras de laminados de aço em 2026 alcancem 6,26 milhões de toneladas. Esse nível é quase três vezes a média anual de importações de 2,2 milhões de toneladas entre 2000 e 2019, e 9% superior ao volume total de importações de 2025, que foi de 5,75 milhões de toneladas.
No período de janeiro a março de 2026, as vendas domésticas de aço no Brasil totalizaram 5,1 milhões de toneladas, uma redução de 1,1% em relação ao ano anterior. O consumo aparente de aço foi de 6,6 milhões de toneladas, uma queda de 0,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo período, as exportações de aço do Brasil somaram 2,8 milhões de toneladas, um aumento de 12,1% em relação ao ano anterior.
O Instituto Aço Brasil é a principal organização setorial do aço no Brasil, representando os produtores siderúrgicos do país, e publica regularmente dados sobre produção, vendas, importações, exportações e confiança do setor. O aço bruto refere-se ao lingote fundido ou à placa de aço contínua após a fundição inicial, antes do processamento ou laminação, sendo a matéria-prima intermediária para a produção de vários tipos de produtos siderúrgicos. O laminado de aço refere-se aos produtos acabados ou semiacabados, como chapas, bobinas, barras e fios de aço, processados por laminadores. O consumo aparente é geralmente calculado pela produção doméstica mais as importações, menos as exportações, refletindo a escala real de uso de aço em um país.
Além disso, o Índice de Confiança da Indústria Siderúrgica do Brasil (ICIA) subiu para 51,7 pontos em abril de 2026, um aumento de 2,4 pontos em relação ao mês anterior. O índice tem 50 pontos como linha divisória entre expansão e contração; a leitura de abril acima de 50 pontos reflete que os CEOs das empresas siderúrgicas pesquisadas mantêm expectativas positivas para as perspectivas do setor nos próximos seis meses, embora ainda existam incertezas no ambiente operacional atual.
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