De acordo com pt.wedoany.com-A St George Mining voltou a identificar mineralização rasa, espessa e de alto teor de terras raras e nióbio na perfuração diamantada do projeto Araxá, no Brasil. Um dos furos interceptou 43 metros de mineralização dentro de um intervalo de 62,95 metros de largura a partir da superfície, com teor de 8,02% de TREO e 0,74% de Nb₂O₅, resultando em um teor geral do intervalo de 5,80% de TREO e 0,57% de Nb₂O₅. Este furo também incluiu um trecho de alto teor de 21 metros a partir de 15 metros de profundidade, com 10,61% de TREO e 0,67% de Nb₂O₅. Até o momento, a St George Mining concluiu 13.700 metros de perfuração neste projeto.
Outras interceptações significativas dos 13 furos mais recentes incluem: 55,2 metros (3,47% de TREO, 0,42% de Nb₂O₅), 31 metros (4,59% de TREO, 0,83% de Nb₂O₅) e 26 metros (4,20% de TREO, 0,80% de Nb₂O₅). O Presidente Executivo da St George Mining, John Prineas, declarou: "É muito gratificante ver que os resultados mais recentes da perfuração continuam a revelar teores excepcionalmente altos de terras raras e nióbio desde a superfície. Estes resultados confirmam ainda mais o corpo mineralizado de grande escala e os trechos de mineralização excepcionalmente espessos."
A perfuração contínua já aumentou os Recursos Minerais (MRE) de Araxá em 75%, elevando o total para 70,91 milhões de toneladas, com teor de 4,06% de TREO e 0,62% de Nb₂O₅. Os recursos nas categorias Medida e Indicada cresceram 218%, atingindo 29,49 milhões de toneladas, com 4,56% de TREO e 0,75% de Nb₂O₅. Os resultados mais recentes, que abrangem perfuração de definição de recursos e intercalar, destacam a intensidade de alto teor e a notável espessura da mineralização na área central do sistema Araxá. Acredita-se que esta mineralização contenha uma alta proporção de terras raras magnéticas.
A perfuração além do atual limite de recursos continua a demonstrar potencial de expansão. Um furo localizado a aproximadamente 200 metros do MRE existente interceptou 19,35 metros com 5,65% de TREO e 0,76% de Nb₂O₅ a partir de 7,75 metros de profundidade, dentro de um trecho mais espesso de 100,35 metros a partir da superfície, com teor de 1,73% de TREO e 0,33% de Nb₂O₅. Outro furo intercalar interceptou 138,1 metros com 2,97% de TREO e 0,45% de Nb₂O₅ desde a superfície, indicando mineralização espessa e consistente além dos limites do recurso. Prineas comentou: "É igualmente empolgante ver interceptações tão espessas e de alto teor além dos limites atuais do MRE — com destaque para o trecho de 100 metros no furo intercalar AXDD107 — o que ressalta que ainda não atingimos os limites do sistema mineralizado e que mais perfuração de expansão provavelmente trará crescimento adicional de recursos."
Espera-se que a perfuração contínua apoie novas atualizações de recursos e forneça dados cruciais para o estudo de viabilidade do projeto. Prineas também destacou as semelhanças entre Araxá e minas de terras raras em carbonatitos de importância global, como Mountain Pass nos EUA e Mt Weld na Austrália Ocidental. Ele afirmou: "Temos uma oportunidade fantástica de nos posicionar ao lado desses dois líderes globais do setor de terras raras. Nossa perfuração comprova a continuidade e a escala da mineralização de alto teor, fornecendo confiança para a modelagem de reservas no estudo de viabilidade em andamento." A perfuração em Araxá continua, com foco na definição de recursos dentro do MRE e em expansões adicionais.
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