O Brasil está numa posição privilegiada no cenário global quando se trata de minerais críticos e estratégicos. Possui reservas significativas de ferro, cobre, níquel, bauxita, terras raras e lítio. Tem 15 dos 51 minerais considerados críticos pelos Estados Unidos. No entanto, não há uma política específica para esses recursos até agora, ao contrário de outros países mineradores, como China, Canadá, Austrália, entre outros.
No Brasil, aproximadamente 75 mil toneladas do concentrado de lítio foram produzidas no quarto trimestre de 2024 e atingiu cerca de 240 mil toneladas em volumes de produção e vendas para o ano.
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) abriu na última quinta-feira, 2 de janeiro, a Tomada de Subsídio nº 01/2025, visando a coletar sugestões da sociedade para produzir o manual Diretrizes para Elaboração do Relatório de Instalação de Estações Hidrológicas. A iniciativa tem como referência a Resolução Conjunta ANA/ANEEL nº 127/2022, cujo objetivo é manter ou melhorar o monitoramento hidrológico brasileiro, associado aos empreendimentos hidrelétricos. As contribuições poderão ser enviadas até às 23h59 do dia 15 de fevereiro pelo Sistema de Participação Social da ANA.
No primeiro trimestre de 2025, a GMIN planeja aumentar a produção em Tocantinzinho em direção à capacidade nominal e confirmar os planos de exploração para alvos greenfield e brownfield.
Uma das vias para acelerar adoção no Brasil é a parceria da John Deere com a SpaceX, de Elon Musk.
O Brasil tem um grande potencial para produzir hidrogênio verde, graças aos seus recursos renováveis abundantes. Existem vários projetos em desenvolvimento, especialmente no Nordeste, onde as condições climáticas são favoráveis.
A Embraer (EMBR3) encerrou 2024 com 206 aeronaves entregues, aumentando 14% em relação às 181 entregues no ano anterior.
Ultimamente, O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) do Brasil divulgou o Plano da Operação Elétrica de Médio Prazo do Sistema Interligado Nacional (PAR/PEL 2024), abrangendo a fase de 2025 a 2029.