O governo Trump está considerando utilizar ferramentas financeiras comuns em Wall Street, por meio da aquisição de participação acionária em produtores de minerais críticos, para reforçar o controle sobre cadeias de suprimentos essenciais à segurança nacional. Fontes informadas revelaram que, no início deste mês, mais de dez empresas de mineração australianas se reuniram em Washington com autoridades americanas e tomaram conhecimento de que o governo está explorando formas de adquirir ações das companhias, com opções de subscrição de ações surgindo como alternativa potencial.
Segundo a Reuters em 13 de agosto, o Departamento de Energia dos Estados Unidos informou que o governo Trump propôs um orçamento de quase US$ 1 bilhão para acelerar o desenvolvimento de minerais e materiais críticos nos EUA. Esses materiais são amplamente utilizados em baterias de veículos elétricos, semicondutores e outros setores.
De acordo com o site Mining.com, para reduzir a dependência externa e fortalecer a produção doméstica, o governo dos EUA tem recentemente tentado extrair minerais críticos de alto valor, incluindo terras-raras, lítio, cobalto e urânio, a partir de rejeitos e minas abandonadas.
Recentemente, como o único porto do Ártico do Reino Unido com acesso ferroviário, o Porto de Churchill está passando por uma série de importantes melhorias.
A Austrália aprovou uma nova legislação que oferece incentivos fiscais para empresas que investem na exploração e produção de minerais críticos, como lítio e cobalto.