O Ministério da Energia da Argentina aprovou oficialmente o parque solar fotovoltaico Kitylipi, da empresa PV La Perla, localizado na província de Chaco, para atuar como agente gerador no Mercado Elétrico Atacadista (MEM). O projeto tem uma capacidade instalada de 15 MW e será conectado ao Sistema Argentino de Interconexão (SADI) através da subestação Kitylipi de 33 kV, sob a jurisdição da Empresa de Serviços Energéticos do Estado de Chaco (Seccheep). A autorização foi confirmada pela Resolução nº 65/2026, publicada no Boletim Oficial, marcando um avanço significativo para o setor de energias renováveis na Argentina.
De acordo com o texto da resolução, a Câmara Administradora do Mercado Maiorista de Eletricidade (CAMMESA) cobrará da PV La Perla os custos adicionais que possam ser causados a outros agentes do mercado, bem como multas relacionadas à possível indisponibilidade de prestadores de serviços de transporte associados à conexão da usina ao sistema. Esses encargos poderão ser aplicados durante períodos sazonais. O Ministério da Energia destacou que a Cammesa, por meio de comunicações de fevereiro de 2024 e janeiro de 2026, já havia confirmado que a empresa atendia aos requisitos técnicos e documentais necessários para a gestão no MEM.
O estudo de impacto ambiental do Parque Solar Fotovoltaico Kitylipi foi aprovado em 2 de outubro de 2025 pela Subsecretaria de Meio Ambiente da província de Chaco, através da Disposição nº 512-5-255. O pedido de entrada no Mercado Elétrico Atacadista foi publicado em 26 de fevereiro de 2026, e não houve objeções dentro do prazo estipulado. A usina, localizada na localidade de Colonia Uriburu, precisa concluir os equipamentos correspondentes para atender aos requisitos do Anexo 24 do "Procedimento", relacionados aos sistemas de comunicação, medição comercial e operação em tempo real.
A PV La Perla também está promovendo outros projetos solares na província de Chaco, incluindo o recentemente aprovado Parque Solar Tres Isletas de 20 MW para entrada no mercado atacadista de energia. Esses projetos contribuem para a diversificação das energias renováveis na Argentina e apoiam a operação estável do Mercado Elétrico Atacadista.










