Londres, Reino Unido: UE lança novas diretrizes para impulsionar a descarbonização e a economia circular na construção
2026-03-30 12:06
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Em Londres, Reino Unido, a Comissão Europeia adotou novas diretrizes destinadas a promover a descarbonização de edifícios e aumentar a circularidade, apoiando assim os objetivos climáticos da UE, ao mesmo tempo que melhora a eficiência no uso de materiais e reduz o desperdício. Esta medida é de grande importância para a UE alcançar a descarbonização do setor da construção e o desenvolvimento sustentável.

Imagem ilustrativa sobre descarbonização e economia circular na construção

O novo documento de trabalho dos funcionários fornece orientações detalhadas sobre como reduzir as emissões de gases de efeito estufa ao longo de todo o ciclo de vida dos edifícios (incluindo fases de projeto, construção, uso, renovação e demolição), impulsionando plenamente o processo de descarbonização da construção. O documento enfatiza que o projeto, fornecimento de materiais, construção e operação dos edifícios devem ser realizados de forma eficiente em carbono, considerando plenamente a oferta e a demanda de materiais, energia e espaço de construção, contribuindo para a realização do objetivo de descarbonização da construção.

O documento também descreve como diferentes medidas políticas podem atuar sinergicamente, ou seja, reduzindo as emissões de todo o setor da construção a nível de edifícios e do parque imobiliário, promovendo a descarbonização da construção e, ao mesmo tempo, ajudando a resolver a crescente necessidade de habitação na Europa. Na UE, o setor da construção é um grande emissor de gases de efeito estufa e a maior fonte de fluxos de resíduos na Europa. Reduzir o impacto ambiental deste setor e alcançar a sua descarbonização é crucial para atingir a neutralidade climática e impulsionar a transição para uma economia mais circular e eficiente em recursos.

A economia circular, que enfatiza a otimização do uso de recursos e a minimização do desperdício em todo o ciclo de produção e consumo, focando na sustentabilidade e eficiência económica, está alinhada com o conceito de descarbonização da construção. Atualmente, o problema dos resíduos eletrónicos (e-lixo) é grave, e as substâncias nocivas que contêm, se libertadas devido à radiação ultravioleta ou corrosão, podem contaminar o solo e a água, afetando a saúde pública. O relatório global de monitorização de resíduos eletrónicos das Nações Unidas mostra que a geração de e-lixo cresce cinco vezes mais rápido do que a sua reciclagem. Em 2022, o e-lixo global atingiu 62 milhões de toneladas, um aumento de 82% em relação a 2010, uma escala surpreendente que também reflete, de forma indireta, a urgência de desenvolver a descarbonização da construção e a economia circular.

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