De acordo com pt.wedoany.com-Em janeiro de 2026, o consumo de cimento no país caiu 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 325 mil toneladas para 298 mil toneladas. Essa mudança na demanda por cimento apresentou uma divisão regional acentuada.

Cochabamba, o maior mercado da Bolívia, registrou uma queda de 3,6% na demanda por cimento naquele mês, em comparação com o ano anterior, passando de 106 mil toneladas para 102 mil toneladas. Já o segundo maior mercado, Santa Cruz, apresentou um crescimento de 10,1%, com o consumo subindo de 69 mil para 76 mil toneladas. O mercado de La Paz teve uma queda mais significativa, com o consumo caindo de 87 mil para 49 mil toneladas, uma redução de 44,4% em relação ao ano anterior. A região de Chuquisaca teve um desempenho notável, com o consumo aumentando de 15 mil para 40 mil toneladas, um crescimento de 171,5%.
Os outros mercados menores apresentaram contração no consumo. A demanda por cimento em Oruro caiu 5,6% em relação ao ano anterior, Tarija recuou 38,6%, Potosí diminuiu 52,1%, Beni caiu 22,6% e Pando teve uma queda de 67,2%.
Em termos de produção, a produção total das fábricas de cimento na Bolívia em janeiro de 2026 caiu 4,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior, passando de 334 mil para 319 mil toneladas. As tendências de produção variaram entre as regiões: Santa Cruz teve um aumento de 17,1% na produção, Chuquisaca cresceu 4,4%, Cochabamba teve uma leve queda de 1,8%, La Paz caiu 21,7%, Tarija recuou 9,4% e Oruro diminuiu 29,2%.
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