De acordo com pt.wedoany.com-O Banco do Nordeste, no âmbito do Plano Safra 2025/2026, superou a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos para a agricultura familiar em sua área de atuação no estado de Minas Gerais, um aumento de 40% em relação aos R$ 717 milhões do ciclo anterior. No mesmo período, o número de contratos de crédito firmados com agricultores familiares mineiros subiu para 65,8 mil, um crescimento de 25,5% ante os 52,4 mil contratos do Plano Safra 2024/2025.

Os recursos atendem produtores do Norte de Minas, parte do Noroeste do estado e dos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce. O superintendente estadual do Banco do Nordeste, Wesley Maciel, afirmou que a expansão do financiamento reflete o fortalecimento da oferta de crédito para a agricultura familiar na área de atuação da instituição, que oferece crédito e orientação a esse público.
O programa de microcrédito rural Agroamigo respondeu pela maior parte das operações. No ciclo 2025/2026, o programa desembolsou R$ 939,6 milhões, valor 42,7% superior aos R$ 658 milhões da safra anterior. Segundo o gerente do Agroamigo em Minas Gerais, Frederico Silveira, o crescimento está relacionado à expansão da estrutura de atendimento no estado, que passou de 19 para 33 unidades de serviço.
Considerando também os financiamentos destinados à agricultura empresarial, o Banco do Nordeste encerrou o Plano Safra 2025/2026 em Minas Gerais com contratos totalizando mais de R$ 1,9 bilhão. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (30), no mesmo dia em que o governo federal lançou o Plano Safra 2026/2027 para a agricultura empresarial. O novo plano disponibiliza R$ 525,1 bilhões para médios e grandes produtores, um aumento de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior, sendo R$ 384,9 bilhões para custeio e comercialização e R$ 140,2 bilhões para investimentos em modernização, irrigação, inovação tecnológica, armazenagem e aquisição de máquinas e equipamentos. Os destaques do novo Plano Safra incluem a redução das taxas de juros máximas para linhas de crédito estratégicas, incentivos a produtores que adotam práticas sustentáveis e medidas para ampliar investimentos em energias renováveis, armazenagem e gestão de riscos no campo.









