De acordo com pt.wedoany.com-O Conselho de Administração da Autoridade Portuária de Motril aprovou uma concessão para a instalação de uma central de energia solar fotovoltaica na Zona de Atividades Logísticas (ZAL), equipada com sistema de armazenamento de energia e sistema inteligente de gestão de energia.

A instalação inclui uma central solar com potência de pico de 2,6 MW e potência nominal de 2,22 MW, acompanhada por um sistema de armazenamento de energia com capacidade de 2,5 MW/4 MWh, e um sistema inteligente de gestão de energia (EMS) para otimizar a geração, o armazenamento e a distribuição de eletricidade.
O projeto, adjudicado à Cuerva Energía, S.L.U., será desenvolvido na área total, incluindo 13.185 m² de área de projeção, cerca de 350 m² de área de superfície e 948 m² de área subterrânea. Os painéis solares serão instalados em estruturas tipo cobertura distribuídas em duas zonas da ZAL, com aproximadamente 5.480 m² na zona norte e 7.705 m² na zona sul.
Após a aprovação do projeto de construção, as obras deverão iniciar-se no prazo de seis meses e ser concluídas num período máximo de dois anos. O prazo total da concessão é de 35 anos.
A eletricidade gerada melhorará a eficiência energética das instalações portuárias, fazendo parte da estratégia da Autoridade Portuária de Motril para promover as energias renováveis, reduzir a pegada de carbono e avançar para um modelo mais sustentável, inovador e resiliente.
O projeto será coordenado com as obras do projeto "Green Motril" atualmente em execução, de modo a otimizar a execução da construção, minimizar o impacto nas atividades portuárias e integrar as novas infraestruturas energéticas no processo de modernização do porto.
O presidente da Autoridade Portuária de Motril, José García Fuentes, afirmou que esta iniciativa representa um passo decisivo na transição do porto para um modelo mais sustentável, baseado na geração de energia renovável, armazenamento inteligente e eficiência energética.
Salientou que a coordenação com o projeto "Green Motril" permitirá otimizar os recursos e avançar para um modelo de ilha energética, permitindo ao porto gerar e distribuir parte da eletricidade que consome, reduzindo custos e aumentando a competitividade.










