De acordo com pt.wedoany.com-O setor energético brasileiro, por meio do planejamento e investimentos nas áreas de geração e transmissão de energia, fortaleceu o Sistema Interligado Nacional (SIN), melhorou a capacidade de atender os consumidores e aumentou a segurança energética. Entre 2023 e 2026, a integração elétrica do Brasil foi reforçada, com maior confiabilidade no fornecimento de energia para diferentes regiões.

Um marco importante foi a interconexão do estado de Roraima ao SIN. Após a entrada em operação da linha de transmissão Manaus-Boa Vista em 2025, todas as capitais estaduais brasileiras foram integradas à rede nacional de transmissão de energia. Regiões anteriormente abastecidas por sistemas isolados também começaram a ser conectadas, incluindo Parintins e Itacoatiara, no Amazonas, e Juruti, no Pará. Essas áreas passaram a ser supridas pelo SIN, aumentando a confiabilidade do fornecimento para milhões de residentes, reduzindo a dependência de termelétricas e combustíveis fósseis, e diminuindo os custos para os consumidores.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o Brasil está construindo um sistema elétrico cada vez mais robusto, integrado e preparado para o futuro. Ele destacou que a conexão de Roraima ao SIN é um momento histórico para o país, simbolizando os avanços em geração, transmissão e segurança energética, que, por meio de mais investimentos e planejamento, garantirão um suprimento mais confiável para milhões de brasileiros.
No primeiro semestre de 2026, mais de 2.000 km de linhas de transmissão entraram em operação comercial, elevando a extensão total da rede elétrica nacional para mais de 192.000 km, aumentando a capacidade de transporte e intercâmbio de energia entre os subsistemas. No mesmo período, a capacidade instalada de geração centralizada no Brasil atingiu 218 GW, dos quais 84,8% provenientes de fontes renováveis. Com a entrada em operação de 62 usinas, o sistema ganhou 2.628 MW adicionais de capacidade instalada, enquanto a geração distribuída de micro e minigeração ultrapassou 50 GW. Destaque para a Usina Termelétrica GNA II, localizada no Rio de Janeiro, com capacidade instalada de 1,7 GW, reforçando o suprimento de energia e a segurança operacional do SIN.
Os investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) impulsionaram a expansão da infraestrutura elétrica. Até junho de 2026, 446 usinas foram concluídas, adicionando mais de 20 GW de capacidade instalada à matriz elétrica brasileira, ampliando o suprimento de energia para atender ao crescimento da demanda. Além disso, por meio de leilões de transmissão, foram contratados milhares de quilômetros de novas linhas e subestações, fortalecendo o papel estratégico do SIN no desenvolvimento do país.










