Aterro sanitário de Santo André é ampliado e ganha mais 2 anos de operação
2026-07-17 10:20
Favoritos

De acordo com pt.wedoany.com-Santo André, no Brasil, ampliou seu aterro sanitário municipal, prolongando sua vida útil. O Serviço Municipal de Saneamento Ambiental (Semasa) concluiu a nova fase de expansão do aterro, adicionando 8.000 m² para disposição de resíduos orgânicos, permitindo que o aterro, que já opera há 40 anos, seja utilizado por mais dois anos.

Santo André amplia aterro sanitário para garantir mais 2 anos de operação

A capacidade da nova área expandida é de aproximadamente 500 mil toneladas de resíduos. Atualmente, o Semasa coleta mais de 200 mil toneladas de materiais por ano em toda a cidade. O aterro, localizado no bairro Cidade São Jorge, é o único da região do Grande ABC gerenciado diretamente pela prefeitura.

O prefeito Gilvan Ferreira afirmou que a expansão do aterro é uma medida importante, mas a participação dos moradores na separação de resíduos recicláveis é essencial para reduzir a quantidade de lixo enviada ao aterro. Ele destacou que a operação do aterro economiza recursos públicos e contribui para a destinação ambientalmente adequada dos resíduos.

Segundo o Semasa, manter o aterro municipal evita o envio de resíduos para unidades privadas, economizando mais de 70 milhões de reais por ano para os cofres municipais. O governo investe esses recursos economizados em ações de gestão sustentável de resíduos, incluindo o programa Moeda Verde (troca de recicláveis por alimentos), o programa Meu Condomínio Recicla, o programa Composta Santo André, além da construção de novos ecopontos e quintais verdes.

O aterro sanitário municipal, fundado em 1986, faz parte do Centro de Tratamento de Resíduos de Santo André. O complexo utiliza duas lagoas para armazenar o chorume gerado pela decomposição de resíduos orgânicos, sendo posteriormente encaminhado para tratamento. A instalação também abriga duas cooperativas de reciclagem, um ecoponto específico para recebimento de pneus e a Unidade de Tratamento de Resíduos da Construção Civil, responsável pelo processamento de entulhos de pontos de coleta para reutilização em obras de pavimentação. Antes da construção do aterro, o local abrigava uma usina de compostagem e, anteriormente, um lixão a céu aberto. Entre 1986 e 1999, o aterro foi administrado pela prefeitura, e desde então a gestão passou para o Semasa.

O Semasa já estuda uma nova expansão do aterro, planejando utilizar uma área de aproximadamente 15.000 m², o que poderia garantir cerca de cinco anos adicionais de operação. As obras devem incluir etapas como escavação, compactação e impermeabilização, instalação de geomembrana para proteção das águas subterrâneas e construção de sistema de drenagem para coleta de chorume. Além disso, se a quantidade de resíduos enviada ao aterro for reduzida por meio do aumento da reciclagem e compostagem, a vida útil do aterro poderá ser maior do que a estimativa atual.

Este boletim é uma compilação e reprodução de informações de parceiros estratégicos e da internet global, destinado apenas para troca de informações entre leitores. Em caso de infração ou outros problemas, por favor, informe-nos imediatamente, e este site fará as devidas modificações ou exclusões. A reprodução deste artigo é estritamente proibida sem autorização formal. E-mail: news@wedoany.com