De acordo com pt.wedoany.com-A Americas Gold and Silver Corporation divulgou seus resultados operacionais do segundo trimestre de 2026, com uma produção consolidada de prata de 665 mil onças no trimestre e vendas de 624 mil onças no mesmo período. A produção acumulada de prata no primeiro semestre atingiu 1,5 milhão de onças, alinhada com as metas operacionais orçadas.

No trimestre, a empresa também produziu diversos metais industriais e críticos, incluindo 2,3 milhões de libras de chumbo, 850 mil libras de cobre e 97 mil libras de antimônio, metais com aplicações importantes em áreas como inteligência artificial, eletrificação, segurança nacional e manufatura avançada.
Por projeto, a mina de Cosalá, no México, contribuiu com 337.270 onças de prata, estabelecendo as bases para as operações do segundo semestre. A mina Galena produziu 327.701 onças de prata. Devido a uma interrupção temporária nas operações causada por um acidente elétrico na mina Galena, a produção consolidada de prata no trimestre caiu 15% em relação ao primeiro trimestre, mas a extração em minas de alto teor deve ser retomada no terceiro trimestre.
Paul Andre Huet, presidente e CEO da Americas Gold and Silver Corporation, afirmou que a conclusão da segunda fase da modernização do poço nº 3 da mina Galena foi um marco crucial. Huet destacou que, combinando as fases um e dois, a capacidade total de elevação do poço nº 3 aumentou cerca de 150%, e a carga útil aumentou 40%, sendo fundamental para apoiar o aumento gradual da taxa de mineração subterrânea. Ele também mencionou que, em julho, o volume de elevação do poço atingiu um recorde histórico.
Em termos financeiros, em 30 de junho de 2026, o saldo de caixa não auditado da empresa era de US$ 89 milhões. Além disso, a empresa liquidou mais de US$ 85 milhões em dívidas de entrega de ouro e prata remanescentes e obrigações futuras variáveis relacionadas, o que melhorou a liquidez e reduziu os custos de serviços financeiros.
A Americas Gold and Silver Corporation reafirmou sua meta de produção anual de prata para 2026, entre 3,2 milhões e 3,6 milhões de onças, com um custo de sustentação total (AISC) estimado entre US$ 30 e US$ 35 por onça. A empresa planeja concentrar a maior parte da produção no segundo semestre.










