De acordo com dados divulgados pelo Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE) da Colômbia, o consumo de cimento no país atingiu 951 mil toneladas em janeiro de 2026, um aumento de 6,9% em comparação com as 890 mil toneladas de janeiro de 2025. No mesmo período, a produção das empresas de cimento domésticas cresceu 3,1%, de 962 mil toneladas para 992 mil toneladas. Esses dados refletem a situação geral da demanda do setor da construção na Colômbia no início de 2026.

Em termos de categorias de vendas, o volume de vendas de cimento ensacado aumentou 10,9% em termos homólogos, apresentando um desempenho forte; enquanto o volume de vendas de cimento a granel caiu 2,5% na mesma base de comparação. Essa tendência também se refletiu nos canais de venda: as compras pelos setores de atacado e varejo cresceram 16,2%, mas os volumes adquiridos por construtoras e empreiteiras caíram 8,5%, e as vendas do setor de concreto pré-misturado também diminuíram 8,2% em termos homólogos. Os dados mostram que o mercado de cimento ensacado, impulsionado por pequenos projetos e consumidores individuais, permanece ativo, enquanto a demanda por cimento a granel associada a grandes obras desacelerou.
Quanto ao desempenho dos mercados regionais, o consumo de cimento registrou crescimento significativo em vários departamentos da Colômbia. As entregas no mercado de Nariño aumentaram 17,3%, no mercado de Santander cresceram 14,9% e no mercado de Bolívar subiram 7,8%. O mercado de Antioquia manteve estabilidade, com vendas aumentando levemente 0,3%; as vendas no departamento do Atlântico cresceram 0,5% em termos homólogos. No entanto, as vendas no mercado da capital Bogotá caíram 3,2%, no departamento de Cundinamarca diminuíram 7,6% e no departamento do Vale do Cauca recuaram 0,9%. O desempenho dos mercados regionais apresentou uma clara divergência, com infraestrutura ativa em algumas áreas, enquanto outras regiões principais registraram uma queda na demanda.









