De acordo com pt.wedoany.com-O volume global de embarques de exportação de minério de ferro registrou uma recuperação significativa na primeira semana de maio. De acordo com dados da BigMint, na semana encerrada em 7 de maio, o volume total de exportação atingiu 29,3 milhões de toneladas, um aumento de 16,1% em relação aos 25,3 milhões de toneladas da semana anterior. Esta recuperação foi impulsionada principalmente pelo aumento dos embarques na Austrália e no Brasil, onde a melhoria das condições climáticas locais, a maior disponibilidade de carga e o aumento da eficiência operacional das minas aceleraram conjuntamente o ritmo dos embarques. A rota do Atlântico também continuou a dar suporte, com um aumento significativo nas exportações do Peru, enquanto a África do Sul registrou uma desaceleração nas exportações devido a gargalos logísticos relacionados à Transnet.
Discriminando por país e porto, o Porto de Port Hedland, na Austrália, movimentou 10,9 milhões de toneladas na semana, enquanto os portos de Walcott e Dampier contribuíram com 3,1 milhões e 2,7 milhões de toneladas, respectivamente. Entre as principais mineradoras, a Rio Tinto exportou 5,8 milhões de toneladas, a BHP 5,5 milhões de toneladas e a FMG 4 milhões de toneladas. A China liderou como destino, recebendo 14,6 milhões de toneladas, enquanto a Coreia do Sul absorveu 1,4 milhão de toneladas. No Brasil, o Porto de Ponta da Madeira embarcou 3,3 milhões de toneladas, o Porto de Itaguaí 2,4 milhões de toneladas e o Porto de Tubarão 1,9 milhão de toneladas; a Vale exportou 4 milhões de toneladas, a CSN embarcou 4,4 milhões de toneladas, e o mercado chinês absorveu 4,9 milhões de toneladas desse volume. O Porto de Sept-Îles, no Canadá, movimentou 800 mil toneladas, enquanto Guiné e a região mineira de Nimba exportaram conjuntamente 600 mil toneladas, com a AMNS e a IOC embarcando 200 mil toneladas cada. O Porto de Saldanha, na África do Sul, movimentou 1,1 milhão de toneladas, e o Porto de Richards Bay apenas 100 mil toneladas, com a China e o Reino Unido importando 200 mil toneladas cada. O Porto de Paradip, na Índia, completou embarques de 200 mil toneladas, enquanto os portos peruanos de San Nicolás e Matarani embarcaram 400 mil e 200 mil toneladas, respectivamente. O Porto de Huasco, no Chile, exportou 200 mil toneladas na semana. No geral, as exportações de minério de ferro naquela semana fluíram para vários destinos na Ásia e na Europa.
O mercado de transporte marítimo de granéis sólidos também foi impulsionado, com os fretes de minério de ferro se fortalecendo na comparação semanal. A rota do Pacífico mostrou-se ativa, apoiada pelo aumento das exportações australianas de minério de ferro e pela demanda estável da China, enquanto a rota do Atlântico manteve-se equilibrada devido à melhoria nos volumes de carga brasileiros. O aumento nas contratações de afretamento, um sentimento mais positivo nas consultas e a disponibilidade restrita de navios impulsionaram o sentimento no mercado de navios Capesize, embora os afretadores permanecessem cautelosos, limitando um espaço de alta mais significativo. Especialistas do setor preveem que os embarques globais de exportação de minério de ferro continuarão estáveis no curto prazo, com as atividades de embarque na Austrália e no Brasil fornecendo suporte fundamental. No entanto, as manutenções programadas nos portos e os gargalos logísticos permanecem variáveis importantes a serem observadas nas mudanças do fluxo de carga. No lado dos fretes, o sentimento do mercado de frete de granéis sólidos deve permanecer cautelosamente otimista, enquanto as flutuações nos preços dos combustíveis e as tendências da demanda de aço na China são os principais pontos de atenção no futuro.
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