De acordo com pt.wedoany.com-OMNIA Data Centers e Casa dos Ventos assinaram o maior contrato de autoprodução de energia renovável para data centers já realizado na América Latina. Por meio do modelo de autoprodução, a OMNIA se tornará acionista dos ativos de geração da Casa dos Ventos e terá acesso direto à energia produzida, um movimento considerado um avanço significativo para o desenvolvimento do data center de Pecém, no Brasil. O acordo, avaliado em aproximadamente 2 bilhões de dólares, estabelece um contrato de compra de energia (PPA) para o fornecimento de até 300 MW médios de energia proveniente de projetos eólicos nos estados do Ceará e Piauí.
A vantagem deste modelo de parceria reside na alta previsibilidade dos custos de energia e na redução do risco diante das flutuações do mercado livre, ao mesmo tempo que eleva a competitividade operacional do data center de Pecém. Além disso, ao garantir o fornecimento de energia em larga escala, a iniciativa contribui diretamente para as metas de descarbonização da OMNIA, assegurando que o consumo do data center de Pecém seja atendido integralmente por energia 100% renovável, com alta rastreabilidade e adicionalidade no processo de geração. Esta abordagem reforça a integridade da estratégia climática da empresa, alinhando o projeto às melhores práticas globais de sustentabilidade e garantindo que a redução de emissões seja efetiva e mensurável.
Fabiano Barreto, gerente de Políticas Públicas do TikTok Brasil, afirmou que este data center é um investimento de grande escala que inaugura um novo capítulo na infraestrutura de tecnologia do TikTok no Brasil. O projeto consolida a posição do Brasil como um hub estratégico para a economia digital global e reflete um compromisso de longo prazo com um dos mercados mais dinâmicos e vibrantes do mundo. Além de fortalecer a liderança tecnológica da região Nordeste, o primeiro projeto do TikTok na América Latina coloca o Brasil na vanguarda do setor, combinando inovação e desenvolvimento socioeconômico com um firme compromisso com a sustentabilidade.
Outro aspecto importante desta parceria é o seu impacto regional. O desenvolvimento do data center de Pecém, juntamente com a implementação dos projetos eólicos, projeta a criação de mais de 6.000 empregos diretos durante as fases de construção e operação, além de inúmeros empregos indiretos em toda a cadeia produtiva. Isso impulsionará a economia da região Nordeste, estimulará novos investimentos e consolidará a posição do Complexo de Pecém como um hub estratégico para infraestrutura energética e digital. A OMNIA não planeja apenas construir um dos maiores projetos do setor no continente, mas também se posiciona como desenvolvedora, construtora e operadora de infraestrutura digital de nova geração na América Latina, integrando escala, eficiência energética e energia renovável garantida pela Casa dos Ventos.
Para Rodrigo Abreu, CEO da OMNIA, o modelo representa um avanço estrutural para operações de alto consumo energético. O modelo de autoprodução de energia combina escala, previsibilidade e sustentabilidade em uma única estratégia, fortalecendo a resiliência energética do data center de Pecém ao internalizar parte da geração e garantir o uso de fontes renováveis, além de gerar progresso substancial na agenda de descarbonização, atendendo à demanda dos clientes globais por uma infraestrutura digital cada vez mais eficiente e de baixo carbono.
A Casa dos Ventos prevê investir cerca de 4 bilhões de reais na construção dos parques eólicos, sendo responsável pelo desenvolvimento, operação e gestão desses projetos de geração de energia renovável. Já a OMNIA, como desenvolvedora, investidora e operadora do data center de Pecém, também atuará como autoprodutora, assegurando o consumo por meio da participação acionária nos projetos de geração. Lucas Araripe, diretor executivo da Casa dos Ventos, afirmou que este acordo reafirma o potencial do Brasil como destino tecnológico, impulsionado por uma das energias renováveis mais competitivas do mundo. A vantagem deste empreendimento reside em converter a abundância de recursos naturais brasileiros em processamento digital de baixo carbono, garantindo que a crescente demanda por capacidade computacional não utilize energia fóssil. Em sinergia com os parceiros, aplicando a expertise em energia eólica, o potencial dos ventos é transformado em "green bytes" para exportação, colocando o Brasil na vanguarda da nova economia digital.
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