Acciona, da Espanha, solicita licença para parque eólico de 336 MW no Brasil
2026-06-12 08:57
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De acordo com pt.wedoany.com-A empresa espanhola Acciona submeteu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um pedido de licença (DRO) para um projeto eólico de 336 megawatts (MW), referente aos parques eólicos Guanambi I a VIII, localizados nos municípios de Guanambi e Pindaí, na Bahia.

Foto-Tauan-Alencar-MME

Os projetos de infraestrutura da Acciona no Brasil abrangem as áreas de saneamento, transporte e infraestrutura portuária.

Além do pedido da Acciona, a Aneel recebeu uma solicitação de licença de 26 MW para a usina termelétrica UTE NSG, no município de Canoinhas, Santa Catarina, de responsabilidade da empresa Blueshift.

A Aneel autorizou ainda a entrada em operação de 64,8 MW de capacidade de geração de energia renovável. Em Mato Grosso do Sul, a usina fotovoltaica UFV Fótons de São Paulino 02 recebeu autorização para operação em teste de 50 MW. A Casa dos Ventos obteve autorização para testar a unidade geradora UG 03 (potência de 4,5 MW) do parque eólico Ventos de São Rafael 11, nos municípios de Coronel Ezequiel (Rio Grande do Norte) e Picuí (Paraíba), integrante do Complexo Eólico Serra do Tigre. Em São Paulo, a usina fotovoltaica UFV Usinil Indústria Metalúrgica recebeu autorização para operação comercial da unidade UG 01 (283 kW). No município de Colorado, Paraná, a Pequena Central Hidrelétrica PCH Córrego Fundo obteve autorização para operação comercial das unidades UG1 e UG2, totalizando 10 MW de capacidade instalada.

A Eneva recebeu autorização da Aneel para unificar as licenças das usinas termelétricas (UTE) Azulão II e Azulão IV, passando a operar sob o nome UTE Azulão II, com a consequente revogação da licença da UTE Azulão IV. Ambas as usinas foram vencedoras do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCE) de 2022, com potência original projetada de 295,4 MW cada, totalizando 590,8 MW. Após a unificação, a UTE Azulão II será composta por dois grupos geradores, com capacidades de 360,7 MW e 241,7 MW, totalizando 602,5 MW. Apesar da alteração na licença, a Eneva deverá manter a quantidade de energia contratada, a receita fixa e os parâmetros operacionais acordados no leilão LRCE 2022, cujos contratos serão executados de forma unificada.

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