Projeto Phalaborwa da Rainbow Rare Earths na África do Sul: 75% do processo entra na fase de DFS
2026-07-02 14:09
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De acordo com pt.wedoany.com-A Rainbow Rare Earths anunciou que, no primeiro semestre deste ano, seu projeto Phalaborwa, localizado na província de Limpopo, na África do Sul, continuou focado na otimização e simplificação do fluxo de processo, visando melhorar a operacionalidade prática da planta e reduzir os riscos associados à entrada do projeto em escala comercial.

A empresa, listada na Bolsa de Valores de Londres, está avançando no Estudo de Viabilidade Final (DFS) do projeto. Phalaborwa planeja se tornar o primeiro projeto no mundo a recuperar comercialmente elementos de terras raras a partir de fosfogesso (resíduo gerado na produção de ácido fosfórico). Com base nessa rota tecnológica, espera-se evitar os altos custos, riscos e longos prazos normalmente envolvidos em projetos de mineração tradicionais.

No primeiro semestre, a planta piloto manteve operações bem-sucedidas, comprovando a capacidade de produzir produtos intermediários comerciais. Trabalhos contínuos de otimização estão em andamento, e o processo de separação por extração por solvente, utilizando tecnologia inovadora de separação de terras raras, está sendo desenvolvido. A Rainbow Rare Earths, por meio da operação da planta piloto e de testes, otimizou e simplificou o fluxo de processo, com 75% do processo já na fase de engenharia do DFS. A otimização final do circuito de extração por solvente está em andamento.

A Rainbow Rare Earths estabeleceu seu próprio laboratório especializado em metalurgia e análise em Joanesburgo. Através deste laboratório, a empresa realizou os principais testes para otimizar os custos de capital e operacionais do processo Phalaborwa, ao mesmo tempo que simplificou o fluxo de processo e melhorou a operacionalidade. Essa abordagem de teste resultou em mudanças significativas no fluxo de processo, todas benéficas para o projeto. O CEO da Rainbow Rare Earths, George Bennett, afirmou que o foco atual da empresa é integrar o circuito de extração por solvente ao processo geral e aguarda fornecer novas atualizações no momento oportuno. Isso demonstrará que o projeto Phalaborwa continua sendo um produtor de terras raras leves e pesadas de curto prazo na base da curva de custos da indústria.

O trabalho de otimização com os parceiros tecnológicos da empresa resultou em uma atualização do fluxo de processo, simplificando ainda mais o processo e permitindo a produção direta de uma alimentação mista de terras raras. Isso permitirá que a alimentação seja direcionada de forma mais econômica, diretamente do circuito de troca iônica contínua para o processo de separação por extração por solvente, sem a necessidade de produzir um produto intermediário prévio. Os produtos finais do circuito de extração por solvente serão óxido de neodímio-praseodímio e samário-európio-gadolínio separados (pureza de 99,5%), além de produtos em quantidades comerciais, incluindo disprósio, térbio e ítrio. Espera-se que esses produtos finais gerem retornos mais elevados do que os produtos intermediários isolados.

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