De acordo com pt.wedoany.com-A Portos do Panamá Company (Panama Ports Company, PPC) iniciou um processo de arbitragem contra a Maersk, devido à aquisição por parte da Maersk dos terminais portuários da PPC no Panamá.

A PPC afirma que a arbitragem se baseia num contrato de longo prazo, que visa promover a colaboração empresarial, permitindo à PPC operar exclusivamente os seus terminais portuários no Panamá e aceder a uma série de instalações operacionais e informações.
A PPC alega que a Maersk violou o acordo e se aliou à República do Panamá, cooperando com a repressão nacional contra a PPC e com o plano de aquisição que impõe novos operadores portuários para substituir a PPC. Em 23 de fevereiro de 2026, o Panamá expulsou a PPC das operações portuárias através de medidas administrativas extremas, assumiu o controlo dos terminais portuários e assinou um contrato de concessão pré-definido para o Terminal de Balboa com um novo operador ligado à Maersk, que utilizou as instalações e informações operacionais da PPC.
A PPC confirmou que a arbitragem será realizada em Londres e enfatizou que a ação contra a Maersk é independente, não afetando as suas ações para responsabilizar o Panamá pela violação de contratos e dos interesses dos investidores.
A PPC afirmou que, além das arbitragens contra a Maersk e o Panamá, não descarta a possibilidade de apresentar novas ações judiciais.






