De acordo com pt.wedoany.com-A PRIO alcançou a primeira produção de petróleo no projeto Wahoo, na costa brasileira, utilizando o sistema de produção Subsea 2.0® da TechnipFMC, sendo a primeira vez que esta tecnologia é empregada em um campo do pré-sal brasileiro. Em 13 de julho, a TechnipFMC anunciou via LinkedIn que a instalação, que desenvolve um projeto greenfield por meio de interligação, demonstra como a inovação pode desbloquear novas oportunidades. A empresa afirmou que apoiou a PRIO com uma solução padronizada, projetada para simplificar projetos por meio de uma abordagem modular, reduzindo a complexidade, aumentando a consistência e acelerando o tempo para a primeira produção.

A PRIO, anteriormente conhecida como PetroRio, é uma empresa independente de petróleo e gás focada na produção offshore brasileira e no redesenvolvimento de ativos petrolíferos, operando também campos como Polvo, Tubarão Martelo e Albacora Leste, na costa brasileira. O campo de Wahoo está localizado a aproximadamente 19 milhas (30 km) ao norte do campo de Frade, já em produção, na Bacia de Campos, sendo uma adição estratégica ao portfólio da PRIO. O projeto utiliza a infraestrutura existente e a unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) de Frade para processar a produção.
De acordo com informações públicas, o primeiro poço produtor do campo de Wahoo entrou em operação em 18 de março de 2026, e o segundo poço, em 25 de março do mesmo ano. O campo é o primeiro totalmente desenvolvido de forma independente pela PRIO, conectado ao FPSO de Frade por meio de um sistema de interligação submarina de aproximadamente 30 km de extensão. A aplicação bem-sucedida do sistema de produção Subsea 2.0® da TechnipFMC oferece uma nova referência técnica para o desenvolvimento do pré-sal brasileiro e valida ainda mais a viabilidade de soluções padronizadas na aceleração do cronograma dos projetos. Com a implantação da tecnologia Subsea 2.0® em mais projetos, espera-se que as vantagens da abordagem modular continuem a ser liberadas, ajudando a indústria a alcançar um desenvolvimento offshore de petróleo e gás mais eficiente.






