De acordo com pt.wedoany.com-O Comitê Olímpico do Brasil (COB) evitou a emissão de 108,3 toneladas de dióxido de carbono no primeiro ano após migrar as instalações responsáveis pela gestão do centro de treinamento da equipe brasileira para o mercado livre de energia.

Segundo cálculos da instituição, essa redução equivale a aproximadamente 2.317 voos entre Rio de Janeiro e São Paulo, refletindo os benefícios ambientais da adoção de energia renovável em grandes instalações esportivas.
A Neoenergia é a empresa responsável por fornecer 100% de energia renovável ao principal centro de treinamento do movimento olímpico brasileiro. O contrato tem validade até 2028, com previsão de evitar cumulativamente mais de 360 toneladas de dióxido de carbono nesse período, apoiando a estratégia de descarbonização das operações do COB.
A empresa afirma que a iniciativa permitirá que o Comitê Olímpico do Brasil alcance a neutralidade de carbono nas emissões indiretas relacionadas ao consumo de eletricidade (ou seja, emissões de escopo 2) nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
O projeto reflete a tendência de empresas e instituições migrarem para o mercado livre de energia, com o objetivo de aumentar a competitividade, melhorar a previsibilidade de custos e reduzir a pegada de carbono. Nesse ambiente de contratação, os consumidores podem escolher livremente seus fornecedores, negociar condições comerciais e optar por eletricidade de fontes renováveis, como eólica, solar, hídrica e biomassa.
Além dos benefícios ambientais, a migração para o mercado livre também fortalece a estratégia de sustentabilidade do COB, que vem ampliando continuamente o escopo de suas ações para reduzir o impacto ambiental de suas atividades.
A iniciativa também faz parte dos compromissos do "Esporte pela Natureza" (Sports for Nature, S4N), do qual o COB é signatário desde 2023, juntamente com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) das Nações Unidas.










