Grupo ambiental desafia ordem de emergência do DOE para usinas a carvão dos EUA, alegando custos extras e nenhum benefício para a rede
2026-01-26 16:41
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Recentemente, grupos ambientais e de consumidores, incluindo o Sierra Club, apresentaram conjuntamente um pedido ao Departamento de Energia (DOE) dos EUA, solicitando uma nova audiência e desafiando sua ordem de emergência que estende a operação de duas usinas termelétricas a carvão em Indiana. Eles argumentam que a medida não beneficia a confiabilidade da rede elétrica e, em vez disso, aumentará os custos de eletricidade para os residentes e a poluição ambiental.

A ordem de emergência contestada envolve a usina R.M. Schahfer e uma unidade da usina F.B. Culley, instalações originalmente programadas para fechar no ano passado. Os grupos ambientais argumentam que a justificativa do DOE para manter as usinas em operação sob o pretexto de garantir a confiabilidade do fornecimento de energia não é válida. Eles afirmam que a ordem é essencialmente uma intervenção política que transfere custos para os consumidores e perpetua a poluição. Tony Mendoza, advogado sênior do Sierra Club, criticou a medida, dizendo que faz com que o público pague pelas políticas do ex-presidente Trump. Esta ação legal marca uma nova fase na batalha em torno da intervenção do governo Trump, através de ordens de emergência, nas políticas de desativação de usinas a carvão. Anteriormente, o DOE já havia emitido ordens semelhantes para cinco usinas a carvão em todo o país, programadas para fechar em 2025, alegando serem medidas necessárias para lidar com o aumento da demanda por eletricidade.

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