Petrobras expande frota de navios transportadores de gás
2026-01-28 09:36
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A Petrobras e sua subsidiária de logística, Transpetro, assinaram recentemente um novo contrato no valor de cerca de 2,8 bilhões de reais (aproximadamente US$ 520 milhões) para a construção de uma frota composta por navios transportadores de gás, barcaças e rebocadores. Esta iniciativa é uma parte importante do programa "Mar Aberto" do Brasil, que visa promover o desenvolvimento contínuo da indústria naval doméstica.

A cerimônia de assinatura do contrato foi realizada no Rio Grande do Sul, Brasil, com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, refletindo a alta prioridade que o governo atribui à revitalização da base industrial marítima.

De acordo com o contrato, o Estaleiro Rio Grande será responsável pela construção de cinco navios transportadores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) pressurizado, sendo três com capacidade de 7.000 metros cúbicos e dois com 14.000 metros cúbicos, representando a maior parte do investimento total. Após a entrega, a frota de navios transportadores de gás da Transpetro será expandida dos atuais seis para quatorze navios, triplicando sua capacidade de transporte de GLP e derivados e reduzindo a dependência de tonelagem alugada externamente.

Outros dois estaleiros brasileiros construirão 18 barcaças e 18 rebocadores, o que ajudará a Transpetro a entrar no setor de navegação interior e a fortalecer a eficiência do transporte de produtos petrolíferos e biocombustíveis em vias navegáveis críticas.

A Petrobras afirma que os novos navios terão uma eficiência energética até 20% maior, reduzirão as emissões de gases de efeito estufa em aproximadamente 30% e terão capacidade para operar em portos eletrificados. O primeiro navio petroleiro está previsto para entrega cerca de 33 meses após o início da construção, com navios subsequentes sendo entregues a cada seis meses.

O programa "Mar Aberto" faz parte de uma estratégia naval mais ampla do Brasil, que prevê um investimento total de cerca de US$ 6 bilhões até 2030, abrangendo navios costeiros e embarcações de apoio para operações de exploração e produção.

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