O fundador da Tesla, Elon Musk, mais uma vez causou impacto no campo da robótica com seu robô Optimus, um robô humanoide multifuncional projetado para realizar trabalhos físicos pesados em fábricas e tarefas domésticas. A Tesla planeja produzir um milhão desses robôs na próxima década. As ambições de Musk para a robótica estão se tornando cada vez mais tangíveis com a ascensão da inteligência artificial generativa (IA generativa).

O robô Optimus não possui apenas funções práticas, mas seu design humanoide também carrega um significado profundo. Engenheiros criam robôs humanoides porque o mundo é projetado para se adaptar ao corpo humano; desde arrumar a mesa até alimentar animais de estimação, robôs humanoides podem se integrar de forma mais natural à vida humana. Ao mesmo tempo, a forma humana simboliza sabedoria, empatia e companheirismo. Essa profunda simbologia cultural faz do Optimus não apenas um projeto de engenharia prático, mas também uma ponte que conecta humanos e máquinas emocionalmente.
No entanto, a adoção generalizada de robôs humanoides também levanta uma série de questões. Robôs pessoais podem trazer conforto e aconchego, demonstrando vantagens únicas, especialmente no cuidado com os doentes ou na preservação da dignidade. Mas a dependência excessiva de robôs para atividades sociais também pode levar à perda da tolerância e da empatia que os humanos adquirem com a vida compartilhada. Portanto, projetar robôs que possam tanto fornecer assistência quanto facilitar a comunicação interpessoal tornou-se uma questão fundamental. Musk propôs repensar a natureza do diálogo, distribuindo a inteligência artificial por diversos dispositivos e limitando o conteúdo das conversas para preservar o espaço singularmente aberto para o diálogo humano. Essa escolha de design tem o potencial de remodelar ambientes de trabalho e espaços compartilhados, promovendo a comunicação interpessoal.











