A empresa brasileira de petróleo PRIO anunciou recentemente que, após obter a aprovação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), iniciou oficialmente o primeiro poço produtor do campo de Wahoo. Localizado na costa do Brasil, a aproximadamente 150 quilômetros da costa e em uma profundidade de água de 1.400 metros, o campo pertence à típica região do pré-sal. O Ibama já havia aprovado anteriormente a instalação do sistema de desenvolvimento de produção do campo e a conexão dos poços à unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) Valente. A PRIO afirmou: "Após a estabilização da produção e a conclusão dos procedimentos de medição fiscal, a empresa divulgará um comunicado adicional, revelando a taxa de produção deste poço e o cronograma previsto para a entrada em operação dos poços produtores restantes."
O campo de Wahoo é um dos principais projetos do pré-sal em desenvolvimento pela PRIO, com uma produção estimada superior a 125 milhões de barris de petróleo. A produção de hidrocarbonetos no campo será realizada através do FPSO Valente, que possui capacidade de processamento de 100 mil barris por dia e capacidade de armazenamento de 1,5 milhão de barris, fornecendo uma garantia sólida para o desenvolvimento eficiente do campo. De acordo com o plano de desenvolvimento, a PRIO perfurará quatro poços produtores e dois poços de injeção no campo de Wahoo. No ano passado, a empresa obteve licenças para perfurar seis poços, e a sonda Hunter Queen foi mobilizada para o local, estabelecendo as bases para a entrada em operação do atual primeiro poço.
Além do campo de Wahoo, o desenvolvimento da PRIO em áreas próximas também está avançando simultaneamente. O Ibama revisou recentemente a licença de perfuração do campo de Frade, autorizando a PRIO a perfurar até 14 novos poços, expandindo ainda mais o potencial de desenvolvimento dessa bacia. Esta série de progressos indica que a PRIO está acelerando o desenvolvimento de seus ativos no pré-sal da Bacia de Campos, aumentando a escala geral de produção através da sinergia entre a infraestrutura existente e novos projetos. À medida que os poços produtores subsequentes do campo de Wahoo entrarem em operação, a contribuição de produção do projeto se tornará mais evidente, consolidando a posição da PRIO no campo do desenvolvimento de petróleo em águas profundas no Brasil.









