De acordo com pt.wedoany.com-A Cabral Gold Inc. concluiu 133 furos de sondagem de circulação reversa intercalar no depósito de ouro MG, no norte do Brasil, reduzindo o espaçamento dos furos nas zonas de alto teor para 12,5 metros por 12,5 metros, a fim de diminuir a incerteza geológica e preparar-se para o início da produção comercial no quarto trimestre de 2026.
O programa de sondagem intercalar adicionou 4.800 metros de perfuração aos 155 furos planeados, visando o material de saprólito intemperizado e os sedimentos de cobertura sobrejacentes dentro da área prevista para a cava do primeiro ano de produção. Os resultados de sondagem divulgados a 7 de maio de 2026 mostraram 46 metros com teor de 1,25 g/t de ouro a partir da superfície, 30 metros com teor de 1,45 g/t de ouro a partir da superfície e 19 metros com teor de 1,80 g/t de ouro a partir da superfície.
O Presidente e CEO, Alan Carter, afirmou: "À medida que avançamos com a construção da nossa operação de lixiviação em pilha de óxido de ouro da Fase I, agora 70% concluída, estes dados permitir-nos-ão refinar ainda mais o plano de lavra para a cava inicial e atualizar a base de reservas do depósito de ouro oxidado MG. Isto, por sua vez, dar-nos-á maior confiança durante o primeiro ano de mineração em MG."
O projeto da Fase I visa processar aproximadamente 3.000 toneladas de minério por dia, com o objetivo de produzir 25.000 onças de ouro nos primeiros 12 meses, a um custo total de manutenção (AISC) entre 1.200 e 1.300 dólares por onça. A instalação está a ser construída com recurso a um empréstimo em ouro de 45 milhões de dólares concedido pelo maior acionista institucional da empresa, a ser reembolsado em ouro físico a partir do quarto trimestre de 2026.
Após concluir um financiamento subscrito de 20 milhões de dólares canadenses, a Cabral aumentou o número de sondas de 3 para 6, adicionando uma sonda de circulação reversa e duas sondas diamantadas. Carter afirmou: "Com 20 milhões de dólares canadenses, prevemos adicionar várias sondas extras, o fluxo de notícias aumentará e expandiremos os recursos mais rapidamente. O grande prémio que procuramos é a Fase II, muito maior, que consiste em expandir o recurso global de rocha dura e depois demonstrar a viabilidade económica da exploração do depósito de rocha dura, porque há muito mais ouro no material de rocha dura subjacente." Atualmente, há 5 sondas no local.
Os objetivos do projeto expandido incluem a conclusão do refinamento das reservas de MG até meados de maio de 2026, a realização de sondagens de expansão na descoberta de Jerimum Cima e trabalhos de expansão nos depósitos de Mutum, Central, Machichie Main e Machichie NE. A descoberta de Jerimum Cima, anunciada a 12 de março de 2026, intersetou 9,5 metros com teor de 87,4 g/t de ouro, somando-se ao recurso existente de 1,2 milhões de onças. Carter afirmou que a empresa possui múltiplos depósitos e mais de 50 alvos periféricos.
MG está localizado no distrito aurífero de Cuiú Cuiú, na região do Tapajós, estado do Pará, adjacente à mina Tocantinzinho da G Mining, que produziu cerca de 180.000 onças de ouro em 2025, sendo a terceira maior mina de ouro do Brasil. A concessão da Cabral está ligada à Tocantinzinho ao longo da mesma estrutura geológica. Estima-se que garimpeiros artesanais tenham recuperado 2 milhões de onças de ouro aluvionar de Cuiú Cuiú entre 1978 e 1995, em comparação com 200.000 onças recuperadas em Tocantinzinho no mesmo período.
A Cabral obteve a licença de mineração completa para MG em abril de 2026, eliminando o limite anterior de 1.500 toneladas por dia da licença de lavra experimental e permitindo a expansão da capacidade para a escala de projeto de 3.000 toneladas por dia.
Este texto foi elaborado por Wedoany. Qualquer citação por IA deve indicar a fonte “Wedoany”. Em caso de infração ou outros problemas, informe-nos prontamente, por favor. O conteúdo será corrigido ou removido. E-mail: news@wedoany.com










