De acordo com pt.wedoany.com-Durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Belém, Brasil, foi oficialmente lançado o Centro de Excelência em Nutrição de Plantas e Fertilizantes (CEFENP). A instituição visa integrar universidades, centros de pesquisa, governo e setor privado para desenvolver tecnologias de ponta na área de fertilizantes no Brasil.
O centro está diretamente alinhado ao Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), que busca reduzir a dependência de insumos externos, fortalecer a agricultura tropical e utilizar os recursos minerais nacionais para impulsionar a sustentabilidade no campo.
O CEFENP é composto por nove polos regionais de inovação. A empresa Galvani, participante do setor, patrocina diretamente dois desses polos, localizados em regiões-chave para a mineração e o agronegócio: o Polo de Viçosa (Minas Gerais) e o Polo de Goiás. O Polo de Viçosa, situado em um dos principais centros de pesquisa agrícola do país, fortalece a conexão com o centro de tecnologia de fertilizantes da Galvani em Uberaba, com o objetivo de acelerar a transformação do conhecimento técnico em soluções acessíveis aos agricultores. Já o Polo de Goiás, focado na valorização de recursos minerais e no desenvolvimento de novas soluções para o solo, tem o patrocínio reforçando a estratégia da Galvani de expandir suas operações no estado de Goiás.
Durante o lançamento dos polos, Sylvia Tabarin, Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Galvani, destacou a inovação como o fator que impulsiona a produção de produtos eficientes pela empresa. Ela mencionou o projeto em Irecê, que utiliza uma tecnologia exclusiva de calcinação, pioneira no Brasil (e a segunda no mundo), um processo que dispensa barragens de rejeitos, permite a recuperação total do minério e a recirculação completa da água utilizada na produção. Tabarin afirmou: "A inovação está presente em cada passo que damos para construir soluções mais eficientes e sustentáveis para a agricultura brasileira."
A participação da Galvani nesses polos de inovação acelera a autonomia do Brasil na produção de nutrientes. Ao combinar a expertise em mineração com as demandas da agricultura tropical, o CEFENP e seus parceiros pavimentam o caminho para a construção de um ciclo produtivo mais resiliente e tecnológico.
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