De acordo com pt.wedoany.com-A Webuild avança simultaneamente em dois marcos de construção no projeto de duplicação ferroviária Messina-Catânia: conclui a escavação do túnel Scaletta, de 2,7 km de extensão, e inicia a escavação do túnel Letojanni, de 3,8 km. Ambos os túneis fazem parte do plano de realocação de aproximadamente 43 km da linha férrea do corredor costeiro jônico para o interior.
O plano de modernização ferroviária Palermo-Catânia-Messina visa reduzir o tempo de viagem entre Palermo e Catânia em cerca de 60 minutos, e entre Messina e Catânia em aproximadamente 30 minutos. O lote Giampilieri-Fiumefreddo inclui vários túneis, grandes viadutos e uma futura estação subterrânea em Taormina. O plano abrange cerca de 43 km de trilhos modernizados, a maior parte em túneis que atravessam o terreno geologicamente complexo do Corredor Escandinavo-Mediterrâneo da TEN-T.
A cadeia de suprimentos da contratante principal Webuild envolve cerca de 7.500 empresas, e a operadora é a RFI/FS Italiane. Atualmente, o túnel Scaletta está concluído e a escavação do túnel Letojanni foi iniciada; a data de conclusão de todo o plano ainda não foi divulgada.
No período de 2024-2025, não há dados diretamente comparáveis sobre o valor de contratos de lotes de túneis ferroviários semelhantes no sul da Itália. No entanto, outras intervenções no corredor TEN-T na península italiana têm escala similar, como a linha de alta velocidade/alta capacidade Terzo Valico dei Giovi (cerca de 53 km de nova linha, a maior parte em túneis), com investimento total superior a 8 bilhões de euros (fonte: Ministério da Infraestrutura e Transportes da Itália, 2023). A Webuild opera simultaneamente duas tuneladoras — "Letterìa" no Scaletta e "Alessia" no Letojanni — dando continuidade ao modelo de produção adotado pela contratante em outros projetos. No projeto Terzo Valico, a Webuild (então denominada Salini Impregilo) operou simultaneamente várias TBMs para acelerar a escavação em terrenos rochosos fraturados. A singularidade do projeto siciliano reside no fato de a TBM "Alessia" ter sido reposicionada e recondicionada a partir de um trecho anterior, reduzindo custos de mobilização, mas exigindo um recalibramento geológico cuidadoso. Em contraste, projetos concorrentes como o Túnel de Base do Brennero, nos Alpes, utilizam TBMs fabricadas sob medida para cada lote, otimizando o projeto do cabeçote de corte com custos de capital iniciais mais elevados (fonte: BBT SE, 2024). O valor total do contrato, os marcos detalhados de conclusão e os dados de custo por quilômetro do lote Giampilieri-Fiumefreddo não foram divulgados no momento da publicação.
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