De acordo com pt.wedoany.com-O chip Tensor G6 do Google chip será fabricado no nó N2 da TSMC, marcando a primeira vez que o Google estará na mesma geração de nó de silício que seu concorrente da Califórnia. De acordo com o Android Authority, este processo de 2nm está atualmente em fase de ramp-up de produção. Espera-se que o chip A20 para o iPhone 18 também utilize a mesma plataforma, mas o lançamento do produto da Apple ocorre aproximadamente um mês depois. O evento Made by Google, agendado para as 18:00 do dia 12 de agosto, horário de Nova York, ocorre uma semana antes do Pixel 10 (lançado em 20 de agosto de 2025). O Pixel Watch 5 também será apresentado neste evento.

O Tensor G6 adotará a arquitetura GAA (Gate-All-Around), uma evolução dos transistores FinFET (usados no processo de 3nm). Essa geometria envolve o canal condutor em quatro faces, reduzindo a corrente de fuga e aumentando a frequência de clock sem aumentar proporcionalmente o consumo de energia. As especificações divulgadas mencionam um cluster de CPU de sete núcleos, com o núcleo principal sendo o ARM C1-Ultra a 4,11 GHz, oferecendo uma melhoria de eficiência energética de 15% a 20% em comparação com o Tensor G5. O G6 também contará com uma nova TPU chamada "Santafe", dedicada à inferência local do Gemini, além do chip de segurança Titan M3.
Informações vazadas apontam para uma GPU PowerVR C-Series CXTP-48-1536, cuja arquitetura é mais antiga que a do G5. O Google parece continuar priorizando a eficiência de IA em detrimento do desempenho gráfico bruto. Para usuários de jogos pesados, essa tendência merece atenção: o salto no nó do processo não compensa necessariamente o retrocesso na arquitetura da GPU.
A Apple também planeja adotar o nó N2 da TSMC para seu A20, que deve ser apresentado no evento de setembro com o iPhone 18. Se os cronogramas de ambas as empresas permanecerem inalterados, o Pixel 11 pode se tornar o primeiro flagship a produzir em massa este processo, com uma vantagem de quatro a seis semanas. Esta é uma posição inédita para o Google — há muito tempo, seus chips Tensor ficavam atrás dos chips da Apple em termos de geração.


Essa liderança tem um custo. Informações de preço vazadas indicam um aumento de cerca de 100 euros no mercado europeu, com o armazenamento básico de toda a linha sendo elevado para 256 GB. Nos EUA, o Pixel 11 de entrada deve custar cerca de 900 dólares, contra 799 dólares da geração anterior. Também é digno de nota: o Tensor G6 abandonará o modem Samsung Exynos em favor do MediaTek M90, uma quebra de dependência que reflete a vontade de diversificar a cadeia de suprimentos.










