A central nuclear de Leningrado recebeu licença para estender a operação da quarta unidade RBMK-1000 até 2030
2026-01-16 09:09
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Após a conclusão da inspeção de segurança da unidade 4 da central nuclear de Leningrado pela Rostechnadzor (Agência Federal de Supervisão Ambiental, Tecnológica e Nuclear da Rússia), a unidade recebeu formalmente autorização para estender sua vida útil. A inspeção confirmou que seus equipamentos e documentação atendem aos padrões modernos de segurança, e que componentes envelhecidos foram modernizados. A avaliação considerou que a unidade pode, em princípio, continuar operando por mais 50 anos, conclusão apoiada por várias instituições de projeto e pesquisa autorizadas. Esta extensão de vida útil é uma nova licença concedida após uma prorrogação anterior de 15 anos, e a autorização também inclui a continuação da produção de isótopos médicos até 2030.

A decisão de estender a vida útil trará benefícios significativos: desde sua entrada em operação em 1981, a unidade já gerou aproximadamente 300 bilhões de quilowatts-hora de eletricidade. Espera-se que o novo período de extensão de 5 anos adicione cerca de 40 bilhões de quilowatts-hora à geração, equivalente à produção anual de uma grande central nuclear. Isso não só ajudará a estabilizar o fornecimento de energia e a conter a volatilidade dos preços da eletricidade, mas também manterá a capacidade de produção de isótopos. Atualmente, isótopos médicos como o molibdênio-99 e o iodo-131 produzidos nesta central são amplamente utilizados no diagnóstico e tratamento de doenças, e sua produção de cobalto-60 representa 30% do volume global usado para esterilização.

A central nuclear de Leningrado, como uma importante base de energia nuclear da Rússia, está avançando de forma constante com seu plano de renovação de unidades. As quatro unidades RBMK-1000 existentes serão gradualmente substituídas por unidades VVER-1200, sendo que as unidades 7 e 8 estão planejadas para entrar em operação entre 2030 e 2032. O plano de extensão de vida útil em todo o setor manterá uma capacidade instalada de cerca de 7 gigawatts, fornecendo suporte estável para o desenvolvimento econômico regional e, ao mesmo tempo, consolidando a posição internacional da Rússia nas áreas de operação de energia nuclear e produção de isótopos.

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