Ericsson planeja cortar 1.600 empregos na Suécia
2026-01-16 11:49
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A fabricante de equipamentos de telecomunicações Ericsson anunciou recentemente que irá reduzir aproximadamente 1.600 postos de trabalho na Suécia, como parte de sua estratégia contínua para reduzir custos operacionais e melhorar a margem de lucro. O plano de demissão tem como foco principal os funcionários locais na Suécia, e a empresa já iniciou o processo de consulta com os sindicatos para garantir conformidade e transparência. De acordo com informações divulgadas no site oficial da Ericsson, a empresa possui atualmente cerca de 14.500 funcionários na Suécia, sendo que essa redução representa aproximadamente 11% da sua força de trabalho no país.

Nos últimos anos, tanto a Ericsson quanto sua concorrente nórdica Nokia têm enfrentado o desafio da fraca demanda no mercado de equipamentos de telecomunicações, especialmente porque os gastos de capital dos operadores com a tecnologia 5G não atingiram as expectativas, comprimindo ainda mais as margens de lucro do setor. Para enfrentar essa situação, a Ericsson iniciou um plano global de redução de pessoal em 2023, com o objetivo de cortar 8.500 postos de trabalho, o que representa 8% de sua força de trabalho global. Até 2025, a empresa já havia concluído centenas de demissões em países como Espanha e Canadá. A atual redução na Suécia é uma continuação desse plano. Embora o lucro da Ericsson tenha dobrado no terceiro trimestre de 2025, para 15,8 bilhões de coroas suecas (cerca de 1,67 bilhão de dólares), após a alienação do seu negócio de roteamento de chamadas, Iconectiv, a administração da empresa ainda enfatiza a "necessidade de adotar medidas adicionais de otimização de custos" para consolidar a saúde financeira.

Análises de mercado apontam que o setor de equipamentos de telecomunicações está passando por uma renovação tecnológica e uma reconfiguração do cenário competitivo. Ao simplificar operações e focar em negócios centrais, a Ericsson tenta manter sua competitividade nos mercados 5G e futuro 6G. No entanto, demissões em larga escala também podem levantar questões sobre o moral dos funcionários e a estabilidade organizacional. Como equilibrar a redução de custos no curto prazo com a capacidade de inovação no longo prazo se tornará um desafio crucial para a sua administração.

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