Na indústria da construção, o carbono incorporado, a transparência dos materiais e a resiliência da cadeia de abastecimento estão a tornar-se fatores decisivos. O aço, como material central, tem uma produção tradicional frequentemente associada a elevadas emissões de carbono e riscos na cadeia de abastecimento internacional. Atualmente, a produção de aço circulado, através da reciclagem de sucata e da utilização de fornos de arco elétrico (EAF), permite uma fabricação de baixo carbono no Reino Unido, oferecendo uma opção mais sustentável para projetos de construção.

O Reino Unido gera anualmente mais de 8 milhões de toneladas de sucata de aço, mas dependeu historicamente da exportação para reciclagem, levando à perda de valor económico e a flutuações na cadeia de abastecimento. Um sistema de circulação doméstico mantém a sucata no Reino Unido, utilizada como matéria-prima para aço de baixo carbono, encurtando a cadeia de abastecimento e reduzindo as emissões. Por exemplo, a 7 Steel UK recolhe sucata através da sua própria rede de reciclagem, funde-a em fornos de arco elétrico e lamina-a em produtos longos de aço para uso em projetos de construção e infraestruturas.
As vantagens do aço circulado do Reino Unido incluem maior rastreabilidade, menor carbono incorporado e maior resiliência da cadeia de abastecimento. O processo de produção em circuito fechado garante transparência na origem dos materiais, apoiando Declarações Ambientais de Produto. Em comparação com os altos-fornos tradicionais, a tecnologia EAF reduz significativamente as emissões, enquanto a produção doméstica minimiza as distâncias de transporte. Escolher aço circulado fabricado no Reino Unido ajuda os projetos a cumprirem objetivos de zero líquido e reduz a dependência das flutuações do mercado global.
A siderurgia circulada representa o futuro da indústria siderúrgica do Reino Unido. A 7 Steel UK pratica-a há mais de vinte anos, apoiando infraestruturas como ferrovias e energias renováveis. Ao transformar sucata em aço novo, a circularidade não só reduz o impacto ambiental, como também retém valor económico no país, impulsionando a indústria da construção num rumo mais sustentável.









