Votorantim Cimentos registra receita líquida global de R$ 6,3 bilhões no primeiro trimestre de 2026, com aumento de 4% nas vendas de cimento
2026-05-15 17:29
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De acordo com pt.wedoany.com-A Votorantim Cimentos divulgou recentemente os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2026, com receita líquida global de R$ 6,3 bilhões (aproximadamente US$ 1,25 bilhão), um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, excluindo os efeitos cambiais. As vendas globais de cimento cresceram 4%, totalizando 8 milhões de toneladas.

Gráfico de resultados financeiros da Votorantim Cimentos no primeiro trimestre de 2026

Nos primeiros três meses de 2026, o EBITDA ajustado consolidado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 762 milhões, um crescimento de 25% em moeda local em comparação com o primeiro trimestre de 2025. A margem EBITDA expandiu um ponto percentual, para 12%. O prejuízo líquido foi de R$ 154 milhões, mas representou uma melhora de 53% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Os investimentos (CAPEX) totalizaram R$ 742 milhões no trimestre, um aumento de 35% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

O CEO Global, Osvaldo Ayres, afirmou que a companhia obteve um progresso sólido nos aspectos operacionais e financeiros e, no trimestre em que celebra 90 anos, continua avançando nos investimentos em competitividade, expansão da capacidade de produção de cimento, descarbonização e novos negócios. Do plano de investimentos de R$ 5 bilhões no Brasil para o período de 2024 a 2028, R$ 2,8 bilhões estão atualmente alocados em projetos flexíveis, com a expectativa de adicionar 3,7 milhões de toneladas de capacidade de produção de cimento no Brasil até o final de 2026. O CFO Global, Antonio Pelicano, destacou que a empresa manteve uma sólida posição financeira e disciplina de capital, com a emissão de R$ 650 milhões em debêntures com vencimento em 2033, realizada em março. Ao final do trimestre, a alavancagem era de 1,90 vez, uma redução de 0,05 vez em relação ao primeiro trimestre de 2025, e a posição de liquidez era de R$ 4,6 bilhões em caixa.

Por região, a receita líquida no Brasil cresceu 18%, para R$ 3,7 bilhões, e o EBITDA ajustado aumentou 44%, para R$ 614 milhões. A receita líquida na América do Norte totalizou R$ 1,1 bilhão, um crescimento de 1% excluindo os efeitos cambiais. Na Europa e Ásia, a receita líquida cresceu 10%, para R$ 952 milhões. Na América Latina, a receita líquida saltou 43%, para R$ 300 milhões.

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