De acordo com pt.wedoany.com-Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) utilizou, pela primeira vez, a espectroscopia Raman em tempo real para observar diretamente a sequência de reações químicas transitórias desencadeadas pela injeção de dióxido de carbono na pasta de cimento, o que pode explicar por que a resistência da pasta de cimento injetada com CO₂ aumenta mais rapidamente.
Em setembro, no Laboratório Pierce do MIT (MIT's Pierce Laboratory), os pesquisadores despressurizaram dióxido de carbono líquido, fazendo-o congelar instantaneamente e formar finas lâminas sólidas. Essas lâminas foram misturadas à pasta de cimento fresco e prensadas em discos com aproximadamente o diâmetro de uma moeda de dez centavos, cuja superfície foi revestida com uma fina camada de óleo vegetal para evitar a evaporação da água e a entrada de ar.
A equipe utilizou um laser para irradiar as amostras e, pela primeira vez, capturou em tempo real os produtos intermediários transitórios que surgem durante o processo de injeção de dióxido de carbono na pasta de cimento. Injetar CO₂ em materiais à base de cimento é uma estratégia de sequestro de carbono que pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Embora empresas já estejam comercializando concreto injetado com CO₂, os mecanismos químicos subjacentes nunca haviam sido visualizados diretamente antes.
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