O governo escocês divulgou recentemente um rascunho atualizado do plano marítimo para energia eólica offshore e iniciou um processo de consulta pública para coletar opiniões e sugestões de diversos setores da sociedade sobre o desenvolvimento de projetos eólicos no mar. A consulta permanecerá aberta até 22 de agosto de 2025 e tem como objetivo equilibrar a proteção dos recursos naturais, os interesses das comunidades e outras atividades econômicas marítimas.
O novo plano servirá como estrutura orientadora para o projeto de arrendamento submarino INTOG (Inovação e Objetivos de Petróleo e Gás) da Escócia. O rascunho do plano foi elaborado com base nos dados científicos mais recentes, focando na avaliação do impacto do desenvolvimento energético nos ecossistemas, além de analisar as oportunidades e limitações ambientais, sociais e econômicas dos projetos. O documento destaca especificamente a necessidade de equilibrar os direitos dos usuários do mar, como pescadores, comunidades costeiras e organizações ambientais.
A ministra interina de Zero Emissões Líquidas e Energia, Gillian Martin, afirmou: "O desenvolvimento da energia eólica offshore na Escócia apresenta uma grande oportunidade econômica, capaz de gerar numerosos empregos verdes bem remunerados e contribuir para a meta de zero emissões líquidas. O novo plano esclarece as oportunidades e restrições no desenvolvimento de projetos, oferecendo certeza aos investidores e garantindo um modelo sustentável de crescimento."
Em janeiro de 2022, a Crown Estate Scotland selecionou 17 projetos de energia eólica offshore por meio do leilão ScotWind. Em 2023, a primeira licitação global para fornecer energia eólica diretamente a plataformas de petróleo e gás offshore recebeu 19 inscrições, com 13 projetos sendo finalmente aprovados. O novo plano orientará a implementação concreta desses projetos.









