Segundo reportagem do jornal La Razon em 15 de junho, devido ao aumento dos preços dos materiais de construção, escassez de dólar e combustível, além da instabilidade da situação, o volume de obras na construção civil da Bolívia diminuiu 35%, e o número de licenças de construção emitidas em 2024 caiu 6% em relação ao ano anterior. O presidente da Câmara de Construção da Bolívia (Caboco), Rivero, afirmou que atualmente os preços dos materiais de construção subiram em média mais de 50%, os trabalhadores dos projetos de construção foram forçados a aceitar redução salarial ou demissões, e entre 30% a 35% dos projetos de construção no país estão paralisados, enfrentando dificuldades para cumprir os contratos no prazo.
Embora o governo tenha ajustado os custos de alguns projetos, a maioria das empresas construtoras só consegue continuar executando os contratos mesmo sem lucro ou até com prejuízo. Segundo a Associação de Incorporadoras Imobiliárias da Bolívia (CBDI), os custos da construção no país vêm subindo mês a mês desde dezembro de 2023, e até maio de 2025 o custo de construção por unidade residencial aumentou 37%.










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