A Key Minerals Australia anunciou o início dos trabalhos de exploração geofísica em seu projeto Flint, no Peru, para avaliar o potencial de depósitos de ouro e prata na região. Essa atividade de exploração, conduzida em colaboração com a Arce Geophysics, utiliza a tecnologia de magnetotelúrica de áudiofrequência de fonte natural (NSAMT) para identificar áreas potenciais de mineralização, mapeando as propriedades elétricas das rochas subterrâneas.

A empresa afirmou que essa exploração geofísica ajudará a analisar com mais precisão as estruturas geológicas e os condutos de fluidos hidrotermais. O presidente executivo, Dean de Laggi, comentou: "A exploração geofísica com NSAMT é o próximo passo ideal para aprofundar ainda mais nossa compreensão desse grande sistema altamente sulfetado e otimizar a seleção dos locais de perfuração." O processo de aprovação da licença de perfuração está progredindo sem problemas, e espera-se que o projeto entre rapidamente na fase de perfuração após a conclusão da modelagem geofísica, com o início da perfuração programado para o começo de 2026.
O projeto Flint, localizado na província de La Libertad, historicamente rica em ouro, abrange 2.200 hectares. A Key Minerals Australia, empresa de exploração mineral focada na região peruana, está avançando sistematicamente em seus esforços de exploração para revelar gradualmente o potencial de recursos da região. A empresa expressou expectativas positivas em relação às características geológicas do projeto Flint, acreditando que ele possui potencial de recursos que justifica uma exploração aprofundada.
A aquisição e interpretação dos dados de exploração geofísica fornecerão suporte técnico crucial para a subsequente localização de alvos de perfuração. A Australian Critical Minerals planeja avançar de forma constante no trabalho de avaliação de recursos no projeto Flint por meio de uma estratégia de exploração faseada.









