A Ethiopian Airlines anunciou que irá transferir suas operações no Aeroporto Internacional John F. Kennedy de Nova York do atual Terminal 7 para o novo Terminal 1 em 2026. Esta mudança visa melhorar os serviços de longo curso da companhia aérea entre Nova York e o Aeroporto Internacional Bole de Adis Abeba, com o objetivo de otimizar a experiência dos passageiros e apoiar sua expansão no mercado dos Estados Unidos.
O novo Terminal 1 é um componente fundamental do projeto de reconstrução do aeroporto de 19 bilhões de dólares liderado pela Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey. O projeto envolve a construção de dois novos terminais e a modernização de duas instalações existentes, com o objetivo de criar um hub principal no lado sul do aeroporto. A construção será realizada em fases, com a primeira fase, incluindo novos salões de chegada e partida e 14 portões de embarque, programada para abrir este ano. Quando o projeto estiver totalmente concluído em 2030, o terminal terá 2,6 milhões de pés quadrados, com 23 portões, tornando-se o maior terminal do Aeroporto JFK, com tamanho comparável ao do recentemente renovado terminal do Aeroporto LaGuardia.
Mesfin Tasew, CEO da Ethiopian Airlines, declarou: "Esta mudança é um passo importante para melhorar nosso nível de serviço no Aeroporto JFK." Como parte da expansão de suas operações nos EUA, a companhia aérea também confirmou que retomará os voos para o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson Atlanta a partir de 21 de maio de 2026, reconectando Atlanta a Adis Abeba. Este serviço foi suspenso anteriormente este ano devido a flutuações na demanda.
Em termos de melhorias operacionais, a Ethiopian Airlines fechou um novo acordo com a CPaT Global esta semana para fortalecer o treinamento de pilotos em toda a sua frota, abrangendo aeronaves como Airbus A350, Boeing 737, 777, 787 e De Havilland Canada Dash 8-400. A colaboração fornecerá cursos avançados de sistemas, diagramas interativos e módulos de treinamento especializados. Yoseph Hailu, Vice-Presidente da empresa, destacou: "As necessidades de treinamento na indústria da aviação global estão mudando rapidamente, e esta parceria garante que nossos pilotos permaneçam continuamente na vanguarda do setor."









