De acordo com pt.wedoany.com-O Banco do Brasil e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) assinaram um contrato no valor de até R$ 2,307 bilhões para a prestação de serviços postais nacionais e internacionais, regulares, especiais e de processamento remoto de informações para todas as unidades do banco. O contrato foi assinado em 26 de junho de 2026, com vigência a partir de 2 de julho de 2026, pelo prazo de 60 meses.

O contrato foi firmado sem processo de cotação com terceiros. O Banco do Brasil justificou a ausência de cotação devido à "inviabilidade de concorrência". A maior parte dos serviços necessários é operada em regime de monopólio pelos Correios, representando cerca de 97,84% dos gastos postais do banco. Para os serviços não monopolizados, o Banco do Brasil afirmou que não há outro prestador com densidade de cobertura, abrangência nacional e capacidade operacional equivalentes às dos Correios em regiões remotas e de difícil acesso.
Os preços praticados pelos Correios são definidos por tarifas reguladas ou políticas comerciais padronizadas, não havendo possibilidade de negociação individualizada. O contrato foi celebrado com base na Lei nº 6.538/1978 e no Decreto nº 12.464/2025.
O contrato é de grande importância para os Correios. A empresa registrou prejuízo de R$ 3,15 bilhões no primeiro trimestre deste ano e perda de R$ 8,5 bilhões no acumulado de 2025.






