De acordo com pt.wedoany.com-A mais recente edição do RSA Corridor Pulse Report mostra que, entre 20 e 26 de julho, o tempo médio de desalfandegamento no posto fronteiriço de Beitbridge aumentou 25% em relação ao mês anterior, atingindo 46 horas, enquanto o congestionamento no posto fronteiriço de Martins Drift/Groblersbrug também se intensificou, limitando ainda mais as opções de rotas alternativas para os operadores de transporte de carga.
O relatório indica que a eficiência de passagem no posto de Beitbridge caiu pelo segundo mês consecutivo, com o tempo de espera nos piores casos chegando a quase quatro dias. Ao mesmo tempo, o posto de Martins Drift, normalmente uma rota alternativa para o tráfego de exportação no sentido norte, também registrou atrasos mais longos, deixando os operadores "sem uma rota tranquila esta semana".
Os dados mostram que o tempo médio atual de desalfandegamento em Beitbridge é 31% maior do que no mesmo período do ano passado. O relatório sugere que os operadores observem se o atraso médio na próxima semana ainda se mantém acima de 40 horas, o que será um indicador-chave para determinar se o congestionamento é uma deterioração contínua ou um aumento temporário.
O relatório classifica o corredor N1 Cidade do Cabo-Beitbridge como "em observação", considerando que o atraso neste posto fronteiriço aumentou drasticamente e que os postos alternativos não conseguiram aliviar a pressão de forma eficaz. Recomenda-se que os operadores reservem tempo adicional para as operações de carga que passam por Beitbridge.
Olhando para o futuro, o relatório acredita que, se o tempo médio de desalfandegamento em Beitbridge não cair abaixo de 40 horas na próxima semana, este corredor efetivamente não terá um ponto de passagem desobstruído, e os operadores devem começar a incorporar o tempo de transporte adicional como base de planejamento, em vez de tratá-lo como uma situação de emergência.










