O Hindustan Times em 17 de agosto, citando dados oficiais, informou que até o verão de 2025 a Índia deverá cultivar 9,8 milhões de hectares de milho para produção de biocombustíveis, um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo a reportagem, nos últimos cinco anos, a área de cultivo de culturas para produção de etanol na Índia aumentou significativamente, graças a planos do governo. Isso garante uma boa demanda por biocombustíveis e preços correspondentes para os produtos agrícolas.
Vale destacar o milho. Os agricultores têm replantado essa cultura com tanta frequência que é chamada de “febre”, resultando em um “crescimento rápido” da área de plantio de milho. Neste verão, os agricultores estabeleceram um novo recorde.
O relatório afirma: “De acordo com os dados oficiais mais recentes, a área total plantada com milho aumentou para 9,8 milhões de hectares, um crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. A produção de milho também está crescendo rapidamente. Na safra 2024-25, a produção de milho aumentará 11%, chegando perto de 2,5 milhões de toneladas.”
É importante notar que a Índia atingiu um objetivo significativo em julho. Atualmente, toda a gasolina no país já é diluída com 20% de etanol. Isso antecipou em alguns meses o prazo final estabelecido pelo primeiro-ministro Narendra Modi no plano de biocombustíveis de 2021.
No ano fiscal 2024-25 (iniciado em abril), o país produziu 66 bilhões de litros de etanol. Desse total, 25,5 bilhões de litros vieram de diversos grãos, e o restante da cana-de-açúcar.
No futuro, o país planeja aumentar a produção de etanol reduzindo a produção de milho, disse um representante do Ministério do Petróleo.
O jornal citou uma fonte anônima: “Nossa ideia é estabilizar gradualmente a produção de etanol de cana-de-açúcar e mudar para grãos como milho.”
A Índia planeja aumentar a produção de milho em 10 milhões de toneladas nos próximos cinco anos, em parte para atender à crescente demanda por etanol e ração animal.









