Em 8 de janeiro, a Johnson & Johnson anunciou ter chegado a um acordo com o governo do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, para reduzir os preços de medicamentos nos Estados Unidos em troca de isenção de tarifas. A Johnson & Johnson tornou-se mais uma empresa farmacêutica, após a GSK, a Merck Sharp & Dohme (MSD) e a Novartis, a chegar a um acordo com o novo governo dos EUA sobre a redução de preços de medicamentos.

Anteriormente, Trump enviou cartas a 17 empresas farmacêuticas, instando a Johnson & Johnson e outras empresas a reduzirem significativamente os preços dos medicamentos.
A Pfizer e a AstraZeneca agiram rapidamente, sendo as primeiras a chegar a um acordo com o governo, concordando em reduzir os preços de medicamentos sujeitos a receita médica em troca de redução tarifária, estabelecendo um precedente para as negociações subsequentes com outras empresas farmacêuticas.
A Eli Lilly e a Novo Nordisk também chegaram a acordos relevantes. Elas reduziram significativamente os preços dos medicamentos para perda de peso GLP-1, comumente utilizados pelo Medicare (seguro de saúde federal dos EUA), Medicaid (programa de assistência médica) e pacientes que pagam do próprio bolso.









